Menegon Family Office
A Conta da Liberdade · material gratuito

Descubra quanto falta para você viver de renda.

Em 5 minutos, com os seus números: quanto você precisa ter, quanto o seu patrimônio já paga e em que ano a conta fecha.

Capa do material A Conta da Liberdade

Leva uns cinco minutos.Tenha à mão o extrato dos investimentos, uma estimativa dos imóveis e da empresa, e quanto a família gasta por mês. A casa onde você mora fica fora da conta.

Este aparelho já tem números guardados nesta página.

Passo 1 de 5 · O preço

Quanto custa a sua liberdade: a renda que você quer, vezes 200.

Um patrimônio que rende perto de 1% ao mês paga o dobro da renda que você retira: metade vira a sua renda, a outra metade fica nele, para ele não perder para a inflação. Metade de 1% é 0,5% — e 1 ÷ 0,5% = 200.

Escreva um valor por mês.
O seu Número da Liberdade 1
R$ —
renda desejada × 200
Um motor sósó no CDI · ×
Régua ×200metade é renda, metade repõe a inflação

Só no CDI, a conta fica bem mais cara. Na média dos últimos 20 anos ele pagou por mês a cada R$ 100 mil, já líquido — e, depois de separar a parte da inflação, sobra pouco para gastar: a mesma renda pede vezes o valor mensal, quase o dobro. O ×200 supõe um patrimônio que rende perto de 1% ao mês, o ritmo que uma arquitetura com três motores busca. É premissa de planejamento, não garantia.

Como chegar à sua renda desejada
  • Comece pelo custo de vida da família hoje, com tudo: casa, escola, saúde, lazer.
  • Some o que você quer acrescentar: viagens, ajuda aos pais, estudo dos filhos — o que hoje fica para depois.
  • Desconte só o que já estiver garantido sem trabalho, como um benefício de aposentadoria, a partir da data em que ele de fato começa.

Vai parar antes da aposentadoria oficial? Até o benefício começar, o seu Número da Liberdade precisa pagar a renda inteira sozinho.

Para continuar com os seus números

Os próximos passos usam o seu patrimônio e o seu aporte.

Deixe o contato para guardar a sua conta e receber o material completo. Os números que você preencher daqui em diante ficam guardados com o time da Menegon, que só os usa para falar com você sobre a sua conta e o Diagnóstico.

Escreva seu nome.
Confira o número com DDD.
Confira o e-mail.
Escolha uma faixa.
Passo 2 de 5 · O que você já tem

O seu patrimônio é maior do que a sua carteira.

1Preencha a renda no Passo 1 e deixe o contato para abrir este passo.

Todo plano que começa pelo extrato da corretora enxerga metade da mesa. Imóvel, empresa, consórcio e dinheiro esquecido também são patrimônio — alguns trabalham para você, outros só ocupam espaço. Abra só o que existe no seu caso e diga quanto vale e quanto paga por mês: o número que você vê cair na conta.

O seu patrimônio paga hoje
R$ 0
Renda passiva de hoje 2
R$ 0
Total parado 3
R$ 0

De tudo o que o seu patrimônio paga, conte só metade como renda. A outra metade fica nele, para ele não perder para a inflação. A régua de cada bem é R$ 1.000 por mês a cada R$ 100 mil: quem paga isso sustenta a renda e ainda repõe a inflação.

A régua dos três motores, a cada R$ 100 mil
M1Mercado Financeiro
por mês, a cada R$ 100 mil, já líquido · CDI médio de 2006 a 2026 (hoje, em ponta de ciclo: )

Abaixo da régua na média. Risco: a renda sobe e desce com a taxa de juros; em perdeu para a inflação.

M2Crédito Inteligente
sobra por mês depois da parcela, a cada R$ 100 mil de capital próprio, depois das chaves · premissa

O aluguel paga a parcela e o que sobra é renda. Risco: obra atrasa, vacância existe e a alavancagem multiplica nos dois sentidos. Nunca sem o Motor 1 embaixo.

M3Economia Real
por mês, a cada R$ 100 mil · premissa de fluxo de contrato

Renda de contrato — energia, agro, imóveis de renda — que não depende de cotação. Risco: contraparte, iliquidez durante o contrato e ausência de garantia do FGC.

Faixas de referência para comparar mecanismos — não são oferta, indicação de produto nem promessa de rentabilidade. O Motor 1 é histórico; os Motores 2 e 3 são premissas, com os riscos na mesma linha.

Passo 3 de 5 · O que não trabalha

Capital parado: o patrimônio que não trabalha.

2Abre depois do Passo 2.

Capital parado é caro: ocupa espaço no seu patrimônio e não paga nada. E o que trabalha abaixo da régua deixa dinheiro na mesa todo mês.

Total parado 3
R$ 0
Trabalha abaixo da régua

Marque o que existe no seu patrimônio

Cada item marcado é patrimônio que existe e não entra na sua renda de hoje. Se ele ainda não está na tabela do Passo 2, volte lá e inclua.

A conta do imóvel à vista

Despertar não é vender

É fazer o capital voltar a trabalhar: usar um imóvel quitado como lastro para comprar, com crédito, um ativo que se paga (Motor 2); mover o excesso de caixa para renda de contrato (Motor 3); dar destino às cotas paradas. Cada caminho tem custo e risco próprios — e a escolha depende do seu caso, não de uma página.

Passo 4 de 5 · A distância e o combustível

Quanto falta — e o que empurra você até lá.

2Abre depois do Passo 2.

A distância é o que falta entre o seu Número da Liberdade e o patrimônio que já trabalha. O combustível é o aporte: motor nenhum anda sem ele.

A distância 4
R$ 0

O combustível nasce do orçamento, não da sobra

Na fase de construção, a régua da Menegon separa a renda em três blocos — e o aporte é a primeira conta paga do mês, no dia em que a renda cai. Aporte que depende de sobra não acontece: o mês sempre encontra onde gastar.

50%Essenciaiscasa, alimentação, saúde, escola
20%Propósito e estilodízimos 10 · lazer 7 · livre 3
30%Aportea primeira conta do mês
O seu combustível 4
R$ 0 por mês

Se 30% ainda não cabe, o primeiro trabalho é no orçamento, não nos investimentos. Na fase de construção, subir o aporte acelera mais do que qualquer proeza de rentabilidade — e o aporte é a única variável desta conta que depende só de você.

O que cada R$ 1.000 por mês compra de liberdade

Em dinheiro de hoje, com o aporte acompanhando a inflação. Em cada coluna: quanto os aportes viram e a renda para sempre que esse valor sustenta. IPCA + 3% é perto do que o CDI entregou, já líquido, nos últimos 20 anos; IPCA + 6% é o ritmo que a régua do 200 supõe — premissa, não garantia.

Quanto aportar para a sua distância

Passo 5 de 5 · A data

Agora a pergunta que nenhum extrato responde: quando?

4Abre depois do Passo 4.

O ano da liberdade 5

Por que só o CDI demora: R$ 1 milhão desde 2006

R$ 1 milhão aplicado no CDI em janeiro de 2006: o que o extrato mostra, já líquido, contra o que a inflação exigia só para empatar.

Fonte: Banco Central do Brasil, séries SGS 4391 (CDI) e 433 (IPCA), . Valores líquidos (alíquota de 15% sobre o ganho de cada ano); sem aportes nem retiradas.

A tabela de prazos do material

Anos até o Número da Liberdade, em dinheiro de hoje. Em cada célula: um motor só (IPCA + 3%) · três motores (IPCA + 6%). A célula marcada é a mais próxima do seu caso.

A sua conta · com os seus dados

A sua Conta da Liberdade.

5Aparece quando os cinco números estiverem na tela.
Abrir o material completo (PDF, 13 páginas)
O próximo passo

Refazer os cinco números com quem faz isso todo dia.

O Diagnóstico Patrimonial é 1 hora por vídeo, sem custo e sem produto na mesa: refazemos os cinco números com os seus dados e desenhamos os três motores para o seu caso.