Este aparelho já tem números guardados nesta página.
Quanto custa a sua liberdade: a renda que você quer, vezes 200.
Um patrimônio que rende perto de 1% ao mês paga o dobro da renda que você retira: metade vira a sua renda, a outra metade fica nele, para ele não perder para a inflação. Metade de 1% é 0,5% — e 1 ÷ 0,5% = 200.
Só no CDI, a conta fica bem mais cara. Na média dos últimos 20 anos ele pagou por mês a cada R$ 100 mil, já líquido — e, depois de separar a parte da inflação, sobra pouco para gastar: a mesma renda pede vezes o valor mensal, quase o dobro. O ×200 supõe um patrimônio que rende perto de 1% ao mês, o ritmo que uma arquitetura com três motores busca. É premissa de planejamento, não garantia.
Como chegar à sua renda desejada
- Comece pelo custo de vida da família hoje, com tudo: casa, escola, saúde, lazer.
- Some o que você quer acrescentar: viagens, ajuda aos pais, estudo dos filhos — o que hoje fica para depois.
- Desconte só o que já estiver garantido sem trabalho, como um benefício de aposentadoria, a partir da data em que ele de fato começa.
Vai parar antes da aposentadoria oficial? Até o benefício começar, o seu Número da Liberdade precisa pagar a renda inteira sozinho.
Os próximos passos usam o seu patrimônio e o seu aporte.
Deixe o contato para guardar a sua conta e receber o material completo. Os números que você preencher daqui em diante ficam guardados com o time da Menegon, que só os usa para falar com você sobre a sua conta e o Diagnóstico.
O seu patrimônio é maior do que a sua carteira.
Todo plano que começa pelo extrato da corretora enxerga metade da mesa. Imóvel, empresa, consórcio e dinheiro esquecido também são patrimônio — alguns trabalham para você, outros só ocupam espaço. Abra só o que existe no seu caso e diga quanto vale e quanto paga por mês: o número que você vê cair na conta.
De tudo o que o seu patrimônio paga, conte só metade como renda. A outra metade fica nele, para ele não perder para a inflação. A régua de cada bem é R$ 1.000 por mês a cada R$ 100 mil: quem paga isso sustenta a renda e ainda repõe a inflação.
A régua dos três motores, a cada R$ 100 mil
Abaixo da régua na média. Risco: a renda sobe e desce com a taxa de juros; em perdeu para a inflação.
O aluguel paga a parcela e o que sobra é renda. Risco: obra atrasa, vacância existe e a alavancagem multiplica nos dois sentidos. Nunca sem o Motor 1 embaixo.
Renda de contrato — energia, agro, imóveis de renda — que não depende de cotação. Risco: contraparte, iliquidez durante o contrato e ausência de garantia do FGC.
Faixas de referência para comparar mecanismos — não são oferta, indicação de produto nem promessa de rentabilidade. O Motor 1 é histórico; os Motores 2 e 3 são premissas, com os riscos na mesma linha.
Capital parado: o patrimônio que não trabalha.
Capital parado é caro: ocupa espaço no seu patrimônio e não paga nada. E o que trabalha abaixo da régua deixa dinheiro na mesa todo mês.
Marque o que existe no seu patrimônio
Cada item marcado é patrimônio que existe e não entra na sua renda de hoje. Se ele ainda não está na tabela do Passo 2, volte lá e inclua.
Despertar não é vender
É fazer o capital voltar a trabalhar: usar um imóvel quitado como lastro para comprar, com crédito, um ativo que se paga (Motor 2); mover o excesso de caixa para renda de contrato (Motor 3); dar destino às cotas paradas. Cada caminho tem custo e risco próprios — e a escolha depende do seu caso, não de uma página.
Quanto falta — e o que empurra você até lá.
A distância é o que falta entre o seu Número da Liberdade e o patrimônio que já trabalha. O combustível é o aporte: motor nenhum anda sem ele.
O combustível nasce do orçamento, não da sobra
Na fase de construção, a régua da Menegon separa a renda em três blocos — e o aporte é a primeira conta paga do mês, no dia em que a renda cai. Aporte que depende de sobra não acontece: o mês sempre encontra onde gastar.
Se 30% ainda não cabe, o primeiro trabalho é no orçamento, não nos investimentos. Na fase de construção, subir o aporte acelera mais do que qualquer proeza de rentabilidade — e o aporte é a única variável desta conta que depende só de você.
O que cada R$ 1.000 por mês compra de liberdade
Em dinheiro de hoje, com o aporte acompanhando a inflação. Em cada coluna: quanto os aportes viram e a renda para sempre que esse valor sustenta. IPCA + 3% é perto do que o CDI entregou, já líquido, nos últimos 20 anos; IPCA + 6% é o ritmo que a régua do 200 supõe — premissa, não garantia.
Agora a pergunta que nenhum extrato responde: quando?
Por que só o CDI demora: R$ 1 milhão desde 2006
R$ 1 milhão aplicado no CDI em janeiro de 2006: o que o extrato mostra, já líquido, contra o que a inflação exigia só para empatar.
Fonte: Banco Central do Brasil, séries SGS 4391 (CDI) e 433 (IPCA), . Valores líquidos (alíquota de 15% sobre o ganho de cada ano); sem aportes nem retiradas.
A tabela de prazos do material
Anos até o Número da Liberdade, em dinheiro de hoje. Em cada célula: um motor só (IPCA + 3%) · três motores (IPCA + 6%). A célula marcada é a mais próxima do seu caso.
A sua Conta da Liberdade.
Refazer os cinco números com quem faz isso todo dia.
O Diagnóstico Patrimonial é 1 hora por vídeo, sem custo e sem produto na mesa: refazemos os cinco números com os seus dados e desenhamos os três motores para o seu caso.