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Resenhas

Morra sem nada, o livro que manda gastar em vida o que você juntou

Em Morra sem nada (Die with Zero), Bill Perkins diz que o dinheiro que sobra é vida não vivida. O que acerta, os pontos de atenção e o que muda no Brasil.

Menegon Family Office · ResenhasCapa do livro Morra sem nada, de Bill Perkins, na edição da Intrínseca.
Capa da edição brasileira · Intrínseca

Por Menegon Family Office

Publicado
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14 min

O cheque de US$ 10 mil virou um suéter.

Bill Perkins estava perto dos 30 anos e começava a ganhar dinheiro como operador, comprando e vendendo contratos de energia, quando quis dividir a sorte com a avó, então com quase 80. Deu a ela um cheque de US$ 10 mil. De tempos em tempos, perguntava à mãe o que a avó tinha comprado. Nada. No Natal, ela deu ao neto um suéter de uns US$ 50, e, pelo que ele soube, foi tudo o que saiu do cheque.

Era a mesma avó que mantinha sofás e poltronas cobertos de plástico para poupar o estofado. Quando foi à casa dela para um velório, Perkins encontrou o sofá sem a capa: ela a tinha tirado para a ocasião. Na visita seguinte, o plástico estava de volta, e ficou lá até o fim da vida dela (p. 60; as páginas citadas nesta resenha são as da edição digital em inglês).

Perkins conta a cena no terceiro capítulo de Die with Zero, lançado nos Estados Unidos em 2020 e no Brasil em 2024, pela Intrínseca, como Morra sem nada. A avó não era pobre. Apenas não tinha mais o que fazer com o dinheiro.

A tese do autor cabe numa linha: o dinheiro que sobra quando você morre é vida que você trabalhou para ter e não viveu.

Perkins acerta o diagnóstico: quem poupa bem costuma poupar por tempo demais e gastar tarde demais. Mas a conta muda no Brasil.

O que o livro não calcula é quanta renda se perde ao deixar o capital intacto. Esse preço depende do juro que o patrimônio rende acima da inflação. Com juro baixo, o preço é alto. Com o juro que a Menegon usa como meta, 0,5% ao mês acima da inflação, é baixo. O que sai caro, em qualquer caso, é adiar a vida.

O que Perkins defende

Perkins não é planejador financeiro nem consultor de investimentos, e avisa isso na nota de abertura (p. 8). Nascido em 1969 e formado em engenharia elétrica, fez fortuna como operador e gestor de fundos no mercado de energia, em Houston, no Texas. Para ele, o objetivo não é morrer com o maior patrimônio possível, e sim com o maior número de experiências que valeram a pena.

Quando um médico perguntou se ele tinha medo de ficar sem dinheiro, respondeu: “Espero que o meu dinheiro acabe” (p. 22, tradução nossa).

A experiência paga dividendos. Uma viagem rende no dia e rende de novo cada vez que é lembrada e contada. Perkins chama isso de dividendo de memória. Quanto mais cedo a experiência acontece, por mais tempo ela paga (p. 35–42).

O dinheiro compra menos vida com a idade, porque a saúde cai. Aos 80 anos, o mesmo dinheiro compra menos do que aos 50: a viagem cansa, o joelho reclama, o interesse se estreita. Os anos de ouro, para ele, vêm antes da aposentadoria, quando ainda há saúde e já há dinheiro (p. 115).

Quem poupa demais trabalha de graça. O exemplo do livro é Elizabeth, uma personagem fictícia de 45 anos que ganha US$ 60 mil por ano, poupa com disciplina e morre aos 85 deixando US$ 130 mil, com a casa incluída. Dividido pelo salário líquido dela por hora (US$ 19,56, já sem impostos), o saldo equivale a mais de 6.600 horas: mais de dois anos e meio de semanas de 50 horas trocados por nada (p. 50–51).

Os dados dão razão ao autor. Um levantamento de 2018 do Employee Benefit Research Institute (EBRI), instituto americano de pesquisa sobre aposentadoria, examinou quem parou de trabalhar com pelo menos US$ 500 mil em aplicações, sem contar a casa. Nos primeiros 20 anos de aposentadoria, metade desse grupo gastou no máximo 11,8% desse dinheiro. Cerca de um terço dos aposentados da amostra tinha mais patrimônio 18 anos depois de parar do que no começo (p. 58–59).

A receita, porém, não é gastar sem freio. Primeiro vem um piso: o dinheiro que garante o mínimo para viver até o fim. Pela conta aproximada do autor, o piso equivale a 70% do custo anual desse mínimo (não do padrão de vida), multiplicado pelos anos que faltam (p. 152).

Depois, o pico do patrimônio: ele deve parar de crescer numa data, não num número, porque nenhum número parece suficiente. Nas simulações do autor, essa data cai entre os 45 e os 60 anos para a maioria das pessoas (p. 158).

Contra o medo de viver demais, ele propõe a renda vitalícia, comprada de uma seguradora, que paga enquanto a pessoa viver. Contra a doença cara, o seguro de cuidados de longo prazo, que cobre cuidador e casa de repouso (p. 64 e 69–71).

Aos filhos, ajuda em vida, e não herança. Uma nota de economistas do Federal Reserve, o banco central americano, com dados de 1995 a 2016, mostra que a herança chega, com mais frequência, quando o herdeiro tem por volta de 60 anos (p. 81). Perkins prefere dar o dinheiro quando os filhos têm entre 26 e 35 anos, fase em que a ajuda ainda muda a vida deles (p. 88–89). Às causas, doação já.

Perkins admite que zerar exatamente é impossível. O alvo existe para tirar a pessoa do piloto automático (p. 185).

De onde vem a ideia

Em 1954, os economistas Franco Modigliani e Richard Brumberg formularam a hipótese do ciclo de vida: as pessoas poupam nos anos de renda alta para consumir nos de renda baixa, e, pela teoria, o patrimônio sobe até a aposentadoria e desce depois. Modigliani ganhou o Nobel de Economia de 1985, em parte por essa teoria. A consequência lógica, que Perkins cita, é que alguém que soubesse a data da própria morte chegaria a ela com o patrimônio zerado (p. 52).

Ninguém sabe a data. Em 1965, o economista Menahem Yaari mostrou que, diante dessa incerteza, quem não quer deixar herança deveria trocar toda a poupança por renda vitalícia, desde que o produto fosse vendido a preço justo. Poucos fazem isso por conta própria. O próprio Modigliani apontou o problema na palestra do Nobel, em 1985, e Richard Thaler, outro ganhador do Nobel, ajudou a difundir o nome pelo qual a questão ficou conhecida: o enigma da renda vitalícia.

Perkins usa as duas ideias: o dinheiro deve acabar, e a renda vitalícia permite gastá-lo sem medo.

As ferramentas que valem o livro

Os baldes de tempo. Pegue os anos que você ainda tem pela frente e divida-os em blocos de uma década, ou de cinco anos. Faça a lista do que quer viver, sem olhar preço, e encaixe cada item no bloco em que ele faz sentido. A trilha difícil vai para os primeiros blocos; o cruzeiro pode esperar. O exercício mostra que muitas janelas fecham antes da aposentadoria, e que a lista de coisas para fazer antes de morrer, escrita aos 70, chega tarde (p. 138–141).

Uma agora ou duas depois? Você prefere uma viagem hoje ou duas iguais daqui a uns dez anos? O livro faz essa conta com 8% ao ano acima da inflação, pouco mais que a média histórica da bolsa americana. Nesse ritmo, o dinheiro dobra em cerca de nove anos. Aos 20, esperar costuma valer. Aos 70, quase nunca. Perkins chama isso de taxa de juro pessoal: o quanto alguém teria de pagar para você adiar uma experiência. Ela sobe com a idade (p. 125–127).

Comprar tempo. Pagar a alguém para fazer o que você não gosta de fazer libera horas para o que importa (p. 123–124). Um estudo publicado em 2017 na revista científica PNAS, com mais de 6 mil pessoas de quatro países, encontrou mais satisfação com a vida entre quem paga por serviços que poupam tempo.

A saúde como multiplicador. Nas simulações do autor, nada pesa tanto na soma das experiências de uma vida quanto a saúde: uma perda pequena e permanente derruba o total (p. 120). Por isso, para ele, o gasto com saúde é o que mais rende.

Pontos de atenção

Ele não fala com a maioria. Perkins avisa que o livro tem pouco a oferecer a quem luta para pagar as contas e que o alvo dele é quem poupa demais, e não quem gasta demais (p. 8 e 23). A revista Publishers Weekly, na resenha de lançamento, apontou a mesma limitação: a filosofia serve pouco a quem não tem o sucesso do autor. Para quem ainda não tem reserva, a mensagem certa é a oposta. Lido pela pessoa errada, o livro vira licença para gastar.

A rede de proteção que ele supõe quase não existe aqui. A receita depende de renda vitalícia e de seguro de cuidados de longo prazo. No Brasil, a previdência privada aberta (os planos PGBL e VGBL) permite converter o saldo em renda vitalícia, mas quase ninguém recebe renda desses planos ainda. Em fevereiro de 2026, 99,4% dos mais de 13,7 milhões de planos estavam na fase de juntar dinheiro, segundo a FenaPrevi, a federação das seguradoras de previdência.

Em 2023, um gerente da Brasilprev estimava em cerca de 80 mil as pessoas que recebiam algum tipo de renda desses planos, vitalícia ou por prazo determinado.

O seguro de cuidados de longo prazo, na apuração desta resenha, não apareceu à venda como produto independente. O que existe são coberturas de seguro de vida que pagam um valor único em caso de invalidez ou perda de autonomia. Sem seguro de cuidados e com uma renda vitalícia que quase ninguém usa, a pessoa passa a ser a própria seguradora e precisa de uma reserva maior, o que encolhe o ganho prometido pelo livro.

O risco de viver muito merece mais peso. No exemplo do piso, o próprio livro planeja o dinheiro até a expectativa de vida: 80 anos para alguém de 55 (p. 151).

Pela tábua de mortalidade do IBGE de 2024, divulgada em novembro de 2025, quem chega aos 60 anos no Brasil vive, em média, mais 22,6 anos (até perto dos 83): 20,8 os homens e 24,2 as mulheres. Média não é limite, e muita gente vive além dela. Planejar o zero para a idade média é aceitar uma chance real de sobreviver ao próprio dinheiro.

O médico Jim Dahle, fundador do site americano White Coat Investor, insiste nesse ponto: ninguém sabe quanto o mercado vai render nem quanto tempo vai viver, e por isso mirar o zero é perigoso. Ele lembra que nem nos Estados Unidos se vende hoje renda vitalícia corrigida pela inflação. Mas concorda com Perkins num ponto: quem tem muito costuma hesitar demais em gastar.

O dinheiro guardado por precaução vale mais do que parece. Perkins admite que guardar para a saúde é natural, mas compara o excesso dessa reserva a fazer seguro contra uma invasão de robôs alienígenas (p. 62). O argumento vale para a UTI no fim da vida, cara demais para qualquer reserva comum. Vale menos para o cuidado em casa, que custa caro, pode durar anos e, no Brasil, não tem seguro específico.

A conta que muda no Brasil

A pergunta decisiva é uma só: quanto a mais você ganharia por mês se aceitasse gastar o capital, em vez de viver só do que ele rende?

A resposta depende do juro acima da inflação. Com 3% ao ano, a taxa do exemplo do piso no livro (p. 151), gastar o capital ao longo de 30 anos paga uma renda 70% maior do que a de quem vive só do rendimento. Com 0,5% ao mês acima da inflação, já descontado o imposto (cerca de 6,17% ao ano), o ganho cai para 20%.

Essa é a meta da regra ×200, a régua de planejamento da Menegon: render perto de 1% ao mês, retirar a metade e deixar a outra metade repor a inflação.

Quanto a renda sobe se você gastar o capital em 30 anos

Aumento da renda mensal em relação à renda de quem vive só do rendimento, conforme o juro acima da inflação

Quanto a renda sobe se você gastar o capital em 30 anos
3% ao ano (exemplo do livro, antes do imposto)70%
3,14% ao ano (renda fixa no CDI, após o imposto, 2006 a 2026)65%
6,17% ao ano (meta da regra ×200)20%
Renda corrigida pela inflação, paga todo mês por 30 anos até zerar o capital, comparada à renda que preserva o capital para sempre. As taxas de 3,14% e de 6,17% já descontam o imposto de renda; a de 3% é a do exemplo do livro. A de 3,14% é média passada e a de 6,17% é meta; nenhuma é promessa. Fonte: Bill Perkins, Die with Zero (2020), p. 151; Banco Central (séries 4391 e 433, jan/2006 a ago/2026). Conta da Menegon Family Office.

Num exemplo: com a régua ×200, R$ 3 milhões pagam R$ 15 mil por mês, corrigidos pela inflação, para sempre. Se forem gastos em 30 anos, os mesmos R$ 3 milhões pagariam cerca de R$ 18 mil por mês, também corrigidos pela inflação. São R$ 3 mil a mais por mês. O preço é abrir mão da proteção contra viver muito e do capital que poderia ficar para os filhos. Se o patrimônio render a meta da régua, preservar o capital sai barato.

De janeiro de 2006 a agosto de 2026, o CDI, a taxa de referência da renda fixa, rendeu em média 3,14% ao ano acima da inflação, já descontados 15% de imposto de renda sobre o ganho de cada ano. É quase a taxa do exemplo do livro, que não desconta imposto. A essa taxa, gastar o capital em 30 anos paga 65% a mais por mês.

Quem deixa tudo num único investimento vive no mundo de Perkins, em que o capital intacto custa caro. A régua de 0,5% ao mês é meta de planejamento, não retorno garantido, e chegar perto dela exige um patrimônio com mais de uma fonte de renda, como mostra o artigo sobre a renda passiva.

A régua também responde à pergunta uma agora ou duas depois?. A 0,5% ao mês acima da inflação, o dinheiro dobra em cerca de 11 anos e meio. Aos 40, esperar por duas viagens pode valer a pena. Aos 70, a segunda viagem fica para depois dos 80.

O que muda no seu patrimônio

A lição de Morra sem nada que atravessa a fronteira não é zerar a conta. É dar a cada real um destino com data. Na prática, são três camadas:

  • Um piso que não se toca. O capital que paga, para sempre, as despesas essenciais da família, calculado pela régua ×200 sobre essas despesas, e não sobre o padrão de vida desejado. É uma renda vitalícia feita pela própria família e, por isso, depende de o patrimônio render o que a régua supõe, que é meta, não garantia.
  • A renda para viver. O que passa do piso vai para os baldes de tempo, com mais gasto nos anos de saúde do que nos de cadeira de balanço.
  • O legado com data. O que vai para os filhos ou para uma causa sai do seu patrimônio em vida, com valor e idade combinados, em vez de chegar por acaso a um herdeiro de 60 anos.

E troque o número pela data. “Quando eu tiver R$ 5 milhões” é um alvo que foge. “Aos 55, o patrimônio para de crescer e começa a trabalhar para a minha vida” é um plano. Refaça os baldes a cada cinco anos e, sem falta, antes dessa data.

Antes mesmo de ler o livro, faça o cálculo na Conta da Liberdade: ela mostra quanto do seu patrimônio já trabalha para a renda que você quer e em que ano a conta fecha. Se esse ano já passou e você continua acumulando por hábito, Perkins escreveu o livro para você.

Veredito

Leia. Morra sem nada é um bom antídoto para quem já tem o suficiente e não percebeu. Mas leia com a calculadora brasileira ao lado: perto da meta de 0,5% ao mês acima da inflação, o capital intacto custa pouco; com tudo no CDI, custa quase tanto quanto no livro. O que sai caro, como na sala da avó de Perkins, é o plástico no sofá.

Perguntas frequentes

Do que trata o livro Morra sem nada (Die with Zero)?

É um livro de 2020 do americano Bill Perkins, lançado no Brasil em 2024 pela Intrínseca. Ele defende que o dinheiro que sobra quando alguém morre é vida trabalhada e não vivida, e propõe planejar o gasto do patrimônio em vida: experiências no tempo certo, ajuda aos filhos quando eles mais precisam e doações antes da morte. Para ele, dá para fazer isso sem ficar sem dinheiro.

Morrer sem nada significa gastar tudo o que se tem?

Não. O próprio autor diz que zerar exatamente é impossível. A proposta é garantir antes um piso para viver até o fim e só então gastar o excedente, de forma planejada. Nos Estados Unidos, ele sugere se proteger do risco de viver muito com uma renda vitalícia comprada de uma seguradora, que paga enquanto a pessoa viver.

A ideia de morrer sem nada funciona no Brasil?

Em parte. Quem poupa bem tende, sim, a adiar o gasto por tempo demais. Mas gastar o capital em 30 anos aumenta a renda em 70% se ele render 3% ao ano acima da inflação, taxa de um exemplo do livro, e só em cerca de 20% se render 0,5% ao mês, a meta da regra ×200 da Menegon. As duas taxas são premissas, não promessas.

Quando dar dinheiro aos filhos, segundo o livro?

Em vida, no momento de maior impacto. Perkins cita uma nota de economistas do Federal Reserve, o banco central americano: a herança chega, com mais frequência, quando o herdeiro tem por volta de 60 anos. Ele defende ajudar os filhos quando eles têm entre 26 e 35 anos, fase em que o dinheiro ainda muda a vida deles. Essa faixa de idade é a opinião do autor, não um resultado de pesquisa.

Fontes

  1. Die With Zero: Getting All You Can from Your Money and Your Life (ficha e resenha) · Publishers Weekly, 22/01/2020
  2. Morra sem nada: aproveite ao máximo sua vida e seu dinheiro (ficha catalográfica da edição brasileira) · Intrínseca, 2024
  3. Franco Modigliani, Prêmio Nobel de Economia de 1985 (Modigliani e Brumberg, "Utility Analysis and the Consumption Function: An Interpretation of Cross-Section Data", em K. K. Kurihara, org., Post-Keynesian Economics, Rutgers University Press, 1954) · The Nobel Prize, 1985
  4. Uncertain Lifetime, Life Insurance, and the Theory of the Consumer (Menahem E. Yaari), Review of Economic Studies, v. 32, n. 2, p. 137-150 · Review of Economic Studies, 1965
  5. Annuitization Puzzles (Shlomo Benartzi, Alessandro Previtero e Richard H. Thaler), Journal of Economic Perspectives, v. 25, n. 4, p. 143-164 · American Economic Association, 2011
  6. Asset Decumulation or Asset Preservation? What Guides Retirement Spending? (Sudipto Banerjee), Issue Brief n. 447 · Employee Benefit Research Institute (EBRI), 03/04/2018
  7. How Does Intergenerational Wealth Transmission Affect Wealth Concentration? (Laura Feiveson e John Sabelhaus), FEDS Notes · Federal Reserve, 01/06/2018
  8. Buying time promotes happiness (Ashley Whillans e outros), PNAS, v. 114, n. 32, p. 8523-8527 · Proceedings of the National Academy of Sciences, 24/07/2017
  9. Tábua Completa de Mortalidade para o Brasil, 2024: expectativa de vida chega a 76,6 anos · IBGE, 28/11/2025
  10. Previdência aberta arrecada R$ 27,5 bilhões no início de 2026 (dados da FenaPrevi, 1º bimestre) · Revista Apólice, 07/04/2026
  11. Desacumulação? Veja opções para quem conclui as contribuições ao plano de previdência privada · InfoMoney, 30/06/2023
  12. Banco Central, SGS 4391: CDI acumulado no mês (consulta pelo código na tela do SGS) · Banco Central do Brasil, jan/2006 a ago/2026
  13. Banco Central, SGS 433: IPCA, variação mensal (consulta pelo código na tela do SGS) · Banco Central do Brasil, jan/2006 a ago/2026
  14. Problems I Have with the Die with Zero Philosophy (Jim Dahle) · The White Coat Investor, 19/12/2025, atualizado em 27/02/2026

Números e regras conferidos nas fontes acima na data de publicação ou de atualização do artigo. Como escrevemos.