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Resenhas

A fórmula mágica, o livro que mostra que o difícil é esperar

Joel Greenblatt ensina a comprar empresas boas a preço baixo. O que o livro acerta, o que pede atenção e por que o juro brasileiro muda a conta.

Menegon Family Office · ResenhasCapa do livro A fórmula mágica de Joel Greenblatt para bater o mercado de ações, na edição da Benvirá.
Capa da edição brasileira · Benvirá

Por Menegon Family Office

Publicado
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14 min

No meio do livro, Greenblatt conta a história de um amigo, o gestor mais inteligente que ele conhece. Por dez anos, esse gestor escolheu ações dentro da lista da fórmula mágica numa firma de investimentos, com ótimo resultado. Depois abriu a própria gestora, com o mesmo método.

Nos primeiros três ou quatro anos, ficou bem atrás do mercado e dos concorrentes. Ele manteve o rumo. Quase todos os clientes, não: sacaram o dinheiro, provavelmente para entregá-lo a quem parecesse saber o que fazia. Da primeira leva, só quatro aguentaram, e Greenblatt era um deles.

Depois veio a virada. Somados os anos ruins e os bons, a gestora ficou muito à frente do mercado desde a abertura e passou a cuidar de mais de US$ 10 bilhões (cap. 8). Quem saiu no meio levou só a parte ruim.

A tese do livro está nessa história, e não na fórmula. O método é simples: comprar empresas boas quando estão baratas. O difícil é continuar comprando nos anos em que ele parece falhar; como poucos aguentam, ele segue funcionando. Greenblatt acerta. Os pontos de atenção: os números são simulações do próprio autor, a promessa de baixo risco tem limites e, no Brasil, o juro alto exige mais da ação.

Quem é Greenblatt e que livro é esse

Greenblatt fundou a gestora Gotham Capital em 1985 e é professor adjunto na escola de negócios da Universidade Columbia. Segundo a revista The Hedge Fund Journal, com dados da própria gestora, o fundo rendeu cerca de 50% ao ano entre 1985 e 1994 antes das taxas cobradas dos clientes, e 34,4% depois delas. No fim de 1994, Greenblatt devolveu o dinheiro de terceiros e passou a gerir só o próprio.

O livro saiu em 2005 e, segundo o autor, vendeu 300 mil exemplares em 16 idiomas (introdução). A versão de 2010 ganhou um posfácio que cobre a crise de 2008.

A edição brasileira de 2020 traz notas que adaptam o texto ao país, do Tesouro Direto ao imposto sobre ações. Como a edição usada nesta resenha é a digital, sem paginação fixa, as citações indicam o capítulo.

O que Greenblatt defende

Uma ação é um pedaço de empresa. O livro começa com Jason, um menino que vende chicletes na escola, e usa o negócio dele para explicar lucro, preço e quanto pagar por uma parte dos lucros futuros (cap. 1 e 3).

O preço oscila muito mais que o valor. Greenblatt mostra aos alunos de MBA que ações de empresas enormes chegam a valer o dobro ou a metade em menos de um ano, sem que o negócio mude tanto (cap. 4).

Para explicar, usa o sr. Mercado, personagem que Benjamin Graham criou em O investidor inteligente (1949): um sócio de humor instável que, todo dia, oferece comprar a sua parte ou vender a dele por um preço diferente. Você não é obrigado a negociar. Só aproveita quando o preço está muito abaixo do valor, e essa diferença é a margem de segurança.

Dois critérios bastam. Como prever o lucro futuro é difícil, a fórmula olha só o que já aconteceu (cap. 5). O primeiro critério é o rendimento do lucro (na tradução, “rendimento de resultado”): quanto a empresa lucra em relação ao preço que se paga por ela. O segundo é o retorno sobre o capital: quanto ela lucra em relação ao que precisou investir em lojas, fábricas e estoque. A loja de chicletes que lucra 50% do que custou supera a de brócolis, que lucra 2,5%.

A fórmula ordena e soma. Entre as 3.500 maiores empresas americanas, cada uma recebe uma posição em cada critério, e as posições são somadas. Compram-se cerca de 30, as de melhor soma, e cada uma fica na carteira por um ano (cap. 6 e 7).

Na simulação do autor, de 1988 a 2004, essa carteira rendeu 30,8% ao ano, contra 12,4% do S&P 500, índice de 500 grandes empresas americanas (cap. 6). Só com empresas de mais de US$ 1 bilhão, o retorno foi de 22,9% ao ano (cap. 7). Com os dados atualizados até 2009, as médias caem para 23,8% e 19,7% ao ano, contra 9,5% do S&P 500 (posfácio).

E a ordem se mantém: dividindo as ações em dez grupos pela fórmula, o primeiro rende mais que o segundo, que rende mais que o terceiro, até o último (cap. 7).

O preço da fórmula é a paciência. Nos mesmos testes, ela ficou atrás do mercado em um de cada quatro anos e em um de cada seis períodos de dois anos. Houve trechos de três anos seguidos de desvantagem (cap. 8 e 10). Em compensação, entre 1988 e 2004, no grupo das empresas maiores, quem a seguiu por qualquer período de três anos bateu o mercado em 95% das vezes e nunca perdeu dinheiro (cap. 10).

Para Greenblatt, essa irregularidade é o que protege a fórmula: um método que ganhasse sempre atrairia multidões, e a compra em massa encareceria as ações baratas até o desconto acabar (cap. 8).

De onde vem a ideia

O método atualiza o de Graham, pai do investimento em valor, cuja fórmula era comprar ações tão baratas que a empresa valia mais fechada e vendida em partes do que na bolsa. Funcionou por décadas depois da crise de 1929, mas hoje poucas ações passam nesse filtro (cap. 6).

A outra metade vem de Warren Buffett, sob influência de Charlie Munger: entre duas pechinchas, fique com a do negócio bom. Ele tende a ganhar valor com os anos; o ruim corrói a própria margem de segurança (posfácio). Buffett resumiu a regra em 1989, na carta aos acionistas da Berkshire Hathaway: melhor uma empresa ótima a preço justo que uma comum a preço baixo.

Os testes independentes dão razão à ideia, com ressalvas. Na Finlândia, de 1991 a 2013, a fórmula rendeu 19,3% ao ano, contra 13,6% do índice da bolsa, mas o critério de preço, sozinho, rendeu um pouco mais (Davydov, Tikkanen e Äijö, 2016).

No livro Quantitative Value (2012), Wesley Gray e Tobias Carlisle testaram ações americanas de 1974 a 2011 e também concluíram que o preço baixo explicava todo o ganho. Sozinho, esse critério rendeu mais que a fórmula. E um estudo de 2024, com dados americanos de 1963 a 2022, viu a fórmula seguir funcionando depois de 2000, mais fraca. Entre 2018 e 2020, ficou bem atrás do mercado, como as outras fórmulas testadas (Schwartz e Hanauer).

As ferramentas que valem o livro

Exija mais que o juro do governo. Para avaliar uma compra, Greenblatt usa como piso o juro do título de dez anos do governo americano, e nunca menos de 6% ao ano: o rendimento do lucro precisa ficar bem acima dele (cap. 2 e 3).

Diversifique se não sabe analisar empresas. A fórmula funciona na média, e não ação por ação: no posfácio, Greenblatt conta que só de 50% a 60% das escolhidas batem o mercado. Por isso, quem a usa deve ter 20 a 30 ações. E quem não sabe projetar o lucro de uma empresa por vários anos, diz o autor, não deveria escolher as ações sozinho (cap. 11).

Deixe fora da bolsa o dinheiro dos próximos anos. O livro pede que o dinheiro posto em ações não faça falta por três a cinco anos, para ninguém vender na hora errada (cap. 12).

Comprometa-se antes de começar. O passo 7 das instruções é um pacto: ficar com o método por três a cinco anos, no mínimo, com resultado bom ou ruim. Sem ele, avisa o autor, o investidor larga a estratégia cedo demais (instruções passo a passo).

Pontos de atenção

São simulações do próprio autor. Os números vêm de testes feitos por Greenblatt e seus sócios com dados históricos. Ele explica que usou uma base que só continha a informação disponível em cada data, para não favorecer o resultado, e que os dois critérios foram os primeiros testados, e não escolhidos a dedo (apêndice).

Mesmo assim, é um teste de quem criou o método, e Greenblatt anota que os números vêm antes de impostos e custos de negociação (nota do cap. 6). Uma revisão de estudos publicada em 2026 lembra que a fórmula troca quase toda a carteira a cada ano, e esse giro costuma comer boa parte da vantagem (Podgórski).

Fora da simulação, os fundos da Gotham, que usam uma classificação parecida, mas mais elaborada, dão um retrato misto. Os relatórios entregues à SEC, a comissão de valores americana, cobrem os dez anos até setembro de 2025. Os dois fundos comparados só com o S&P 500 renderam 15,7% e 12,6% ao ano, já descontadas as despesas, contra 15,3% do índice. Os outros três também apostam na queda de ações: ficaram atrás do S&P 500, mas superaram a própria referência, um índice de fundos parecidos ou o juro de curto prazo.

A promessa de baixo risco tem limites. Na introdução original, Greenblatt promete retornos enormes, com pouco risco, a quem seguir o plano. No posfácio de 2010, o próprio autor aponta os dois maiores defeitos da fórmula: ela passa longos períodos sem parecer funcionar, e ganhar do índice não significa ganhar dinheiro.

Em 2008, a carteira da fórmula caiu cerca de 39%, um pouco mais que o índice. Somados 2006, 2007 e 2008, a carteira das empresas maiores perdeu cerca de 23%, tanto quanto o S&P 500. O resultado de nunca perder em três anos, tirado dos testes até 2004, não se manteve na atualização. De 1999 a 2009, entre as mil maiores empresas, a fórmula rendeu 13,5% ao ano enquanto o S&P 500 caiu, mas passou quase quatro desses dez anos atrás do índice (posfácio).

Funciona para poucos, por definição. A maioria não aguenta seguir a fórmula: Greenblatt conta que 97% dos usuários de um novo site que ele criou preferiram deixar as escolhas com outra pessoa (posfácio).

Quem decidiu sozinho rendeu menos. Nos dois primeiros anos da gestora de Greenblatt que aplicava a fórmula, as contas em que o próprio cliente escolhia quais ações da lista comprar e quando negociar renderam 59,4%, já descontadas as despesas. O S&P 500 rendeu 62,7%, e as contas automáticas, 84,1% (Greenblatt, Morningstar, 2012). Quem compra o livro esperando um atalho encontra um teste de paciência.

A conta que muda no Brasil

O piso é mais alto. A fórmula só ordena as empresas umas contra as outras e não tem piso de juro. Mas, para julgar se uma ação vale a compra, o livro manda comparar o rendimento do lucro com o juro do título de dez anos do governo (cap. 2, 3 e 11). Nos Estados Unidos, Greenblatt usa 6% ao ano: aceita pagar até cerca de 17 vezes o lucro de um ano (100 ÷ 6). As notas da edição brasileira pedem o juro daqui.

No Brasil, o Tesouro Prefixado que vence em 2037, de juro fixo e prazo mais próximo de dez anos, pagava 14,09% ao ano em 1º de outubro de 2026 (Tesouro Direto). Pela mesma regra, a ação teria de custar até cerca de sete vezes o lucro.

Ao pé da letra, a regra é dura demais aqui: o prefixado embute a inflação esperada, perto de 6% ao ano, e o lucro das empresas tende a crescer com ela. A comparação justa é com o juro acima da inflação. O Tesouro IPCA+ de 2037, corrigido pela inflação, pagava 7,53% ao ano acima dela, o que limita o preço a cerca de 13 vezes o lucro.

Mesmo assim, o piso daqui fica acima do americano. Os 6% de Greenblatt incluem a inflação americana, em geral de 2% a 3% ao ano, e sobram de 3% a 4% acima dela, contra 7,53% aqui. Ser barata não basta; a empresa precisa render mais que um juro alto pago pelo governo.

O imposto também muda. A edição brasileira avisa, em nota, que o truque fiscal americano das instruções, vender as perdedoras antes de um ano e as vencedoras depois, não vale aqui. O imposto sobre ganho em ações é de 15% em qualquer prazo (nota das instruções). E, como a carteira gira todo ano, quem tem ganho paga a cada troca, sempre que as vendas do mês passam de R$ 20 mil.

Os testes no Brasil animam, mas pedem cuidado. Greenblatt não testou outros países; no posfácio, diz confiar nos mesmos princípios nas bolsas do mundo todo, no longo prazo. Um estudo do Mackenzie, com a bolsa brasileira de 1999 a 2018, achou retornos de 15,6% a 29% ao ano, conforme o número de ações e o porte das empresas, contra 11,3% do Ibovespa.

Os retornos mais altos vieram das empresas de menos de R$ 1 bilhão, as menos negociadas. Entre as de mais de R$ 1 bilhão, a vantagem foi menor e pode ter sido só acaso (Dimarzio, Matias Filho e Fernandes, 2020).

Outro estudo, da UFF, achou de 14,8% a 18,9% ao ano entre 2006 e 2020 com a troca anual que o livro manda, contra 7,8% do índice (Conceição, 2021). Nenhum dos dois informa ter descontado custos de negociação e imposto. E um trabalho apresentado em congresso em 2025 viu a vantagem quase sumir entre 2020 e 2022 (Barbon e coautores).

Bater o mercado não paga as contas. Outra lição do posfácio vale mais para o patrimônio que a fórmula. Greenblatt diz que a parte em ações deve ser decidida pela perda que cada um suporta sem entrar em pânico, e que essa parte pode ir de 40% a 80% conforme a pessoa (posfácio). A conta mostra o que isso significa num ano como 2008.

Quanto um ano como 2008 tira de R$ 1 milhão

Perda na parte aplicada em ações, se ela cair 39%, conforme o peso das ações no patrimônio

Quanto um ano como 2008 tira de R$ 1 milhão
20% em açõesR$ 78.000
40% em açõesR$ 156.000
60% em açõesR$ 234.000
80% em açõesR$ 312.000
100% em açõesR$ 390.000
Patrimônio de R$ 1 milhão; destaque em 60%, o meio da faixa de 40% a 80% citada no posfácio. A parte em ações cai 39%, perto da queda da carteira da fórmula mágica em 2008 na simulação do livro (posfácio). O restante do patrimônio não entra na conta; em 2008, o CDI, juro de referência da renda fixa, rendeu cerca de 12%. É uma ilustração de risco, não uma previsão. Fonte: Conta da Menegon Family Office a partir dos números do posfácio de A fórmula mágica; CDI de 2008 pelo Banco Central.

Com 60% em ações, a queda leva R$ 234 mil num ano. Pela regra ×200, a meta de planejamento da Menegon (patrimônio de 200 vezes a renda mensal), R$ 234 mil sustentariam cerca de R$ 1,2 mil por mês. Na simulação, quem não vendeu recuperou quase tudo em 2009: somados os dois anos, a carteira das empresas maiores perdeu cerca de 3% (posfácio). Quem precisa da renda e não tem reserva vende na baixa e perde a volta, e é o que a fórmula não perdoa.

O que muda no seu patrimônio

  • Decida a parte em ações pela perda que você aguenta, e não pelo retorno que espera.
  • Separe a reserva dos próximos anos antes de investir em ações, para nunca precisar vender na queda.
  • Escreva o método e o prazo mínimo, de três a cinco anos, antes de começar.
  • Meça o plano pela renda que ele sustenta, e não por ter batido o índice.
  • Se não vai analisar empresas, não escolha ações sozinho. É o conselho do próprio autor.

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Veredito

Leia. A fórmula mágica é uma das melhores portas de entrada para o investimento em valor, escrita com humor para quem nunca leu um balanço. O capítulo 8 e o posfácio valem o livro. Trate os números como simulação e a fórmula como disciplina. Greenblatt chega, por outro caminho, ao mesmo lugar que Taleb e Housel: o resultado depende menos de achar o método certo e mais de aguentar segui-lo.

Perguntas frequentes

O que é a fórmula mágica de Joel Greenblatt?

É um método que ordena as empresas por dois critérios. O rendimento do lucro mede quanto elas lucram em relação ao preço da empresa; o retorno sobre o capital, quanto lucram em relação ao que investiram no negócio. Somam-se as duas posições e compram-se as 20 a 30 mais bem colocadas, cada uma por um ano.

A fórmula mágica funciona?

Nos testes do próprio autor com ações americanas, entre 1988 e 2009, rendeu bem mais que o mercado na média. Mas perdeu para o mercado em muitos anos, às vezes em sequência, e caiu quase 40% em 2008. O livro deixa claro que ela funciona na média e no longo prazo, e só para quem não desiste nos anos ruins.

A fórmula mágica serve para a bolsa brasileira?

Greenblatt acredita que sim: no posfácio, diz confiar que a lógica de comprar empresas boas e baratas funciona nas bolsas do mundo todo, embora não tenha testado outros países. Os testes feitos no Brasil animam, mas não informam custos e mostram vantagem menor entre as empresas grandes. E o juro daqui é muito mais alto: como o livro exige que o lucro da ação, em relação ao preço, supere o juro do título de dez anos do governo, o piso brasileiro fica bem acima do americano.

Preciso escolher as ações sozinho para usar o método?

Não. O próprio Greenblatt avisa que quem não sabe avaliar empresas não deveria escolher sozinho ação por ação, e conta que 97% dos usuários de um site criado por ele preferiram deixar a aplicação da fórmula com outra pessoa. A resenha não recomenda nenhuma ação nem nenhum fundo.

Fontes

  1. A fórmula mágica de Joel Greenblatt para bater o mercado de ações (tradução de Maria Silvia Mourão Netto, 168 p., ISBN 978-85-5717-361-3) · Google Books, consulta em 02/10/2026
  2. The Intelligent Investor (Benjamin Graham), primeira edição, em que aparece o sr. Mercado · Harper & Brothers, 1949
  3. Carta aos acionistas da Berkshire Hathaway de 1989 (Warren Buffett): comprar uma empresa extraordinária a preço justo é melhor que uma empresa comum a preço extraordinário · Berkshire Hathaway, 02/03/1990
  4. Graham & Doddsville, Issue 16: entrevista com Joel Greenblatt (Gotham Capital, fundada em 1985; capital de terceiros devolvido em 1994; professor adjunto em Columbia) · Columbia Business School, outono de 2012
  5. Detachment Rewarded at Gotham Asset Management (Simon Kerr): 50% ao ano de 1985 a 1994, 34,4% líquidos · The Hedge Fund Journal, outubro de 2014
  6. Why Retail Investors Find it Tough to Beat the Market (Joel Greenblatt): contas geridas pelo cliente 59,4%, automáticas 84,1%, S&P 500 62,7% · Morningstar, 16/01/2012
  7. Relatório anual dos fundos Gotham (N-CSR, FundVantage Trust), retornos de dez anos até 30/09/2025 e índices de comparação de cada fundo · SEC (EDGAR), 05/12/2025
  8. Magic Formula vs. Traditional Value Investment Strategies in the Finnish Stock Market (Davydov, Tikkanen e Äijö), Nordic Journal of Business, v. 65, n. 3-4 · Nordic Journal of Business, 2016
  9. Quantitative Value: A Practitioner’s Guide to Automating Intelligent Investment and Eliminating Behavioral Errors (Wesley Gray e Tobias Carlisle) · Wiley, 2012
  10. Quant Magic: a book review of Quantitative Value by Wesley Gray and Tobias Carlisle (Alon Bochman) · CFA Institute, Enterprising Investor, 16/05/2013
  11. Formula Investing (Schwartz e Hanauer), SSRN 5043197, resumo e resultados fora da amostra · Quantpedia, 16/01/2025
  12. Revisão de literatura sobre a fórmula mágica (Podgórski), Research Papers in Economics and Finance, v. 10, n. 1 · Poznań University of Economics and Business, 2026
  13. Fórmula mágica de Greenblatt no mercado brasileiro (Dimarzio, Matias Filho e Fernandes), Revista de Administração Mackenzie, v. 21, n. 6 · RAM (SciELO), 2020
  14. Fórmula mágica na B3, 2006-2020 (Conceição), Revista Produção Online, v. 21, n. 4, p. 2155-2184 · Revista Produção Online (UFF), 2021
  15. Fórmula mágica na B3, 2009-2022 (Barbon, Aguiar, Gaio e Pimenta Júnior), anais de evento · Even3 (anais), dezembro de 2025
  16. Tesouro Direto: taxas dos títulos ofertados (Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2037: 14,09% ao ano; Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2037: 7,53% ao ano acima da inflação, taxas de compra de 01/10/2026) · Tesouro Transparente (dados abertos do Tesouro Nacional), 01/10/2026

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