Planos na MesaTemasEconomia — Câmbio e Comércio Exterior

Economia — Câmbio e Comércio Exterior: o que cada candidatura registrou no TSE

Trechos dos planos de governo das 14 candidaturas a presidente em 2026 sobre economia — câmbio e comércio exterior, na ordem do alfabeto pelo nome de urna. Para ver lado a lado, escolher candidaturas ou comparar duas, use o guia interativo.

Conteúdo informativo. Não é propaganda eleitoral nem recomendação de voto. A Menegon Family Office não apoia candidatura nem partido. Todas as candidaturas em ordem alfabética, com as mesmas regras; cada trecho é citação literal do plano entregue ao TSE, com a página do PDF.

CLARIANA BARAO

DC · nº 27
Não abordado. O plano registrado no TSE não trata deste tema.

EDMILSON COSTA

PCB · nº 21

Diagnóstico

O plano não descreve a situação neste tema — só apresenta propostas.

Propostas

Retomada do controle do câmbio e do comércio

“O governo popular retomará o controle do câmbio e do comércio exterior”
p. 4 do plano ↗

Parcerias comerciais que priorizam indústria e tecnologia

“Propomos a realização de parcerias comerciais estratégicas priorizando o desenvolvimento industrial e tecnológico, assim como a retenção das riquezas e lucros em nosso país.”
p. 8 do plano ↗

Fim da exportação de óleo cru

“Fim da política de exportação de óleo cru, que visa beneficiar os acionistas e o grande capital internacional, submetendo a empresa a uma lógica de subordinação e exploração.”
p. 14 do plano ↗

Organização de países exportadores de energia e minerais

“a criação de uma organização de Países Exportadores de Energia, Petróleo e Riquezas Minerais em âmbito latino-americano e africano, para proteger os interesses dessas regiões frente às investidas imperialistas”
p. 15 do plano ↗

ESCRITOR AUGUSTO CURY

AVANTE · nº 70

Diagnóstico

“Hoje, o Brasil continua sendo uma economia relativamente fechada para os padrões internacionais.”
p. 146 do plano ↗
“Enquanto diversos países transformaram as exportações em um dos principais motores de crescimento, inovação e geração de empregos, o Brasil permanece excessivamente dependente do mercado interno e da exportação de matérias-primas.”
p. 140 do plano ↗
“O Brasil dispõe de um regime de Zonas de Processamento de Exportação criado há décadas e até hoje pouco aproveitado.”
p. 42 do plano ↗

Propostas

Cinco Corredores Estratégicos de Exportação

“Criaremos cinco Corredores Estratégicos de Exportação, distribuídos pelas macrorregiões brasileiras, por exemplo, no Ceará, na Bahia, no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Rio Grande do Sul, e articulados a portos, aeroportos, ferrovias e centros de armazenagem.”
p. 41 do plano ↗

Prazo legal para devolver créditos tributários do exportador

“estabeleceremos prazo legal máximo para a devolução dos créditos tributários acumulados pelo exportador, encerrando a prática de financiar o Estado com o capital de giro de quem gera divisas para o país.”
p. 42 do plano ↗

Cinco grandes Zonas Francas de Exportação

“A espinha dorsal deste projeto será a criação de cinco grandes Zonas Francas de Exportação, estrategicamente distribuídas pelo território nacional, aproveitando as vocações econômicas de cada região.”
p. 141 do plano ↗

Dobrar o comércio do Brasil com o mundo

“dobrar o comércio do Brasil com o mundo em oito anos;”
p. 150 do plano ↗

Financiamento à exportação para pequenas e médias empresas

“Ampliaremos e simplificaremos as linhas de financiamento à exportação, com condições compatíveis com as praticadas nos mercados com que competimos, alcançando efetivamente as pequenas e médias empresas, que hoje raramente conseguem acessá-las.”
p. 42 do plano ↗

FLAVIO BOLSONARO

PL · nº 22

Diagnóstico

“Muito alinhamento ideológico, nenhum retorno para o Brasil: nem comércio, nem investimento, nem respeito.”
p. 62 do plano ↗

Propostas

Adesão à OCDE com fim gradual do IOF

“O passo mais urgente é retomar o cronograma interrompido de adesão à OCDE, incluindo o fim gradual do IOF sobre o câmbio, que é condição obrigatória do processo.”
p. 63 do plano ↗

Abertura comercial para bens de capital e insumos

“E vamos nos preparar para uma abertura comercial que dê ao setor produtivo acesso a bens de capital, tecnologia e insumos importados, num ambiente de concorrência que reduz preços e melhora a oferta ao consumidor.”
p. 63 do plano ↗

Plano de integração às cadeias globais de valor

“Vamos executar um plano nacional de integração às cadeias globais de valor, com apoio real para o setor produtivo ganhar produtividade, tendo como prioridade a agroindústria avançada, os minerais críticos, a saúde e a economia digital, e apoiar a internacionalização das pequenas e médias empresas via BNDES e Apex-Brasil, para que o produto brasileiro chegue mais longe.”
p. 63 do plano ↗

Fortalecer multinacionais brasileiras por acordos comerciais

“E vamos fortalecer as multinacionais brasileiras, ampliando sua presença internacional pela abertura econômica, pela adesão às regras da OCDE e por acordos comerciais de ganho mútuo.”
p. 63 do plano ↗

Negociar com China, União Europeia e Estados Unidos

“Negociaremos com todos os que interessam ao Brasil, da China à União Europeia, dos Estados Unidos aos mercados asiáticos, porque o que orienta a nossa diplomacia é o interesse do produtor e do trabalhador brasileiro, não a simpatia ou a antipatia por este ou aquele governo.”
p. 62 do plano ↗

HERTZ DIAS

PSTU · nº 16

Diagnóstico

“Nessa configuração, o país vai se convertendo cada vez mais em uma grande plataforma de exportação de produtos primários, como café, soja, minério de ferro e terras raras.”
p. 3 do plano ↗
“Parasitam nossos recursos e alimentam suas matrizes: eis a fuga de capitais que constantemente desvaloriza nossa moeda, exigindo que se queimem os royalties do petróleo e da mineração, bem como os excedentes do agronegócio e outros setores exportadores em meras operações cambiais.”
p. 5 do plano ↗
“Como o decadente imperialismo europeu, como vimos recentemente com o acordo Mercosul e União Europeia, em que o país acessa o mercado europeu com produtos primários, e se abre aos automóveis e demais produtos de alto valor agregado de países como Alemanha e França.”
p. 5 do plano ↗

Propostas

Controlar a conta de capitais evadidos do país

“É necessário uma taxação fortemente progressiva sobre os lucros das empresas bilionárias nos mais diversos ramos e, em particular, o controle da conta de capitais continuamente evadidos para fora do país tanto por capitalistas nacionais quanto estrangeiros: cerca de meio trilhão de reais anuais desde 2020.”
p. 6 do plano ↗

Ouro e metais preciosos nas reservas cambiais

“Expropriação integral da produção nacional de ouro e metais preciosos estratégicos, com incorporação automática às reservas cambiais públicas com vistas à redução da dependência das reservas em dólar e títulos estrangeiros, sejam eles originários, sejam de que país for.”
p. 27 do plano ↗

Produção voltada prioritariamente ao mercado interno

“Ao mesmo tempo, é necessário que a produção esteja voltada prioritariamente para o mercado interno, de modo que a produção crescente se vincule ao consumo também crescente dos trabalhadores, sem que um obstaculize o desenvolvimento do outro.”
p. 7 do plano ↗

Produzir no país maquinário agrícola

“Produção nacional de maquinário agrícola, como colheitadeiras e tratores, rompendo a dependência das importações.”
p. 17 do plano ↗

LEONARDO AVALANCHE

PRTB · nº 28

Diagnóstico

“Segundo levantamento da Embrapa com dados oficiais do governo, o preço médio do café que o Brasil importa já chegou a ser 77 vezes maior do que o preço médio do café que exportamos.”
p. 21 do plano ↗
“o Brasil é o maior produtor e exportador de suco de laranja do mundo, com 75% do mercado global, mas exporta quase tudo como suco concentrado — matéria-prima —, e o brasileiro quase nunca vê o produto de marca internacional feito lá fora com a própria laranja daqui.”
p. 21 do plano ↗
“o país depende de importação em 86,76% de todo o fertilizante NPK que usa — no potássio, a dependência chega a 97%, praticamente tudo vem de fora, boa parte da Rússia e da Bielorrússia”
p. 24 do plano ↗

Propostas

Café processado fica no Brasil antes de exportar

“Isso precisa mudar: a parte mais valiosa do nosso café precisa ficar aqui e ser vendida pro brasileiro primeiro, antes de qualquer exportação”
p. 21 do plano ↗

Atrair multinacional com carga tributária mais baixa

“multinacionais americanas, europeias e asiáticas que hoje avaliam o Brasil como um mercado atrativo, mas tributariamente hostil, passam a ter um motivo concreto pra instalar fábrica, centro de distribuição ou sede regional aqui — trazendo capital estrangeiro, tecnologia e emprego direto pro país.”
p. 6 do plano ↗

Produção nacional de fertilizante no lugar da importação

“nosso governo vai investir pesado pra tirar do papel a exploração de jazidas como a de Autazes e outras reservas minerais brasileiras de potássio, fósforo e nitrogênio, com fábrica nacional de fertilizante de verdade”
p. 24 do plano ↗

Fabricar no país as peças automotivas importadas

“Nosso governo vai incentivar a fabricação nacional dessas peças de maior valor, gerando mais emprego qualificado dentro do país e reduzindo a dependência de fornecedor estrangeiro.”
p. 30 do plano ↗

LULA

PT · nº 13

Diagnóstico

“Além disso, fomos alvos também de pelo menos três ondas de tarifaços pelo Governo Trump.”
p. 12 do plano ↗
“Adicionar valor à pauta exportadora é um desafio que precisamos avançar ainda mais, diminuindo de forma relativa a primarização das relações comerciais brasileiras.”
p. 61 do plano ↗
“Nossa diplomacia comercial permitiu abrir 656 novos mercados para os produtos brasileiros e a conclusão de acordos do Mercosul com a União Europeia, EFTA e Singapura.”
p. 79 do plano ↗

Propostas

Estimular exportações industriais e novos mercados

“Para isso, vamos estimular as exportações industriais, ampliar a presença em novos mercados e tornar a pauta exportadora mais concentrada em produtos com maior valor agregado, e aprimorando continuamente os instrumentos de defesa comercial.”
p. 52 do plano ↗

Novos acordos comerciais e novos mercados

“Investiremos em novos acordos comerciais e na abertura de novos mercados para nossos bens e serviços, de modo a continuar enfrentando agressões comerciais e a defender os interesses do país com base nas normas internacionais e no multilateralismo.”
p. 80 do plano ↗

Fortalecer a diplomacia comercial do agronegócio

“Vamos continuar neste caminho, fortalecendo a diplomacia comercial, promovendo a imagem do agronegócio e reforçando a atuação dos adidos agrícolas em mercados estratégicos, além de ampliar as missões comerciais.”
p. 62 do plano ↗

Defender a reforma da Organização Mundial do Comércio

“Seguiremos advogando a reforma e fortalecimento da Organização Mundial do Comércio, defendendo a retomada do mecanismo de solução de controvérsias, o tratamento diferenciado para os países em desenvolvimento e a articulação entre comércio, sustentabilidade e acesso a tecnologias verdes.”
p. 81 do plano ↗

PABLO MARÇAL

PRTB · nº 28

Diagnóstico

O plano não descreve a situação neste tema — só apresenta propostas.

Propostas

Câmbio flutuante

“Câmbio flutuante”
p. 20 do plano ↗

Diversificação de mercados e comércio com a ASEAN

“Diversificação de mercados”
p. 26 do plano ↗
“Ampliação do comércio com ASEAN”
p. 26 do plano ↗

Dobrar as exportações brasileiras

“Dobrar as exportações brasileiras”
p. 26 do plano ↗

Janela Única de Comércio Exterior

“Janela Única de Comércio Exterior”
p. 26 do plano ↗

Destravar o acordo Mercosul-UE

“Destravar o potencial do Acordo Mercosul-Uniao Europeia”
p. 26 do plano ↗

RENAN SANTOS

MISSÃO · nº 14

Diagnóstico

“a dependência do dólar americano e a ausência de uma moeda regional que o Brasil pudesse liderar, refletindo falta de poder monetário para influenciar o Sul Global;”
p. 45 do plano ↗
“Apesar de o Brasil possuir reservas geológicas significativas concentradas em seu território, o país permanece em posição de subordinação estrutural na cadeia global de valor, exportando minério bruto enquanto importa produtos processados de alto valor agregado, principalmente da China.”
p. 37 do plano ↗
“Nossos fertilizantes vêm 85% do exterior, deixando-nos vulneráveis a choques cambiais e a sanções a fornecedores como Rússia e Belarus.”
p. 41 do plano ↗

Propostas

Desdolarização da América do Sul

“Proposta de desdolarização da América do Sul busca reduzir a dependência do dólar americano mediante a criação de uma cesta de moedas sul-americana liderada pelo real brasileiro, linhas de swap entre bancos centrais e cooperação monetária regional, convertendo o Brasil em âncora financeira do continente.”
p. 46 do plano ↗

Real como reserva de valor regional

“Proposta do real como alternativa complementa essa estratégia, posicionando a moeda brasileira como reserva de valor regional e mecanismo de integração econômica.”
p. 46 do plano ↗

Acordos comerciais bilaterais e crédito atrelado à exportação

“A política de Zonas Econômicas Especiais, as linhas de crédito do BNDES condicionadas a metas de exportação e a busca de acordos comerciais bilaterais serão nossos principais instrumentos.”
p. 42 do plano ↗

Off-take agreements com Estados Unidos e União Europeia

“Celebração de acordos bilaterais com Estados Unidos e União Europeia que garantam off-take agreements (compromissos de compra de longo prazo) e transferência tecnológica em processamento de terras raras.”
p. 39 do plano ↗

Sem fertilizante russo, bielorrusso ou marroquino em 2035

“A meta é simples: nenhuma colheita brasileira a partir de 2035 deve depender de fertilizante russo, bielorrusso ou marroquino.”
p. 42 do plano ↗

RONALDO CAIADO

PSD · nº 55

Diagnóstico

“O Brasil tem condições de proporcionar um padrão de vida muito mais elevado à sua população. É grande produtor de alimentos, energias renováveis, petróleo e minerais críticos; possui reservas cambiais expressivas, contas externas equilibradas, indústria sofisticada em diversos segmentos, sistema financeiro moderno e centros de pesquisa reconhecidos.”
p. 5 do plano ↗
“Persiste, entretanto, um déficit de inserção. Somos uma grande economia pouco integrada ao comércio mundial, com rede limitada de acordos, empresas pouco internacionalizadas e pauta exportadora de baixa complexidade tecnológica.”
p. 72 do plano ↗
“O Mercosul, por sua vez, já não conta com uma visão comum entre seus membros sobre seus objetivos, seu funcionamento e seu futuro.”
p. 72 do plano ↗

Propostas

Acordo Mercosul–União Europeia consolidado

“Consolidar o acordo entre o Mercosul e a União Europeia, aprofundar a integração econômica regional e negociar novos acordos que ampliem o acesso das empresas e dos produtos brasileiros aos mercados mais dinâmicos do mundo.”
p. 73 do plano ↗

Rever o propósito do Mercosul

“Promoveremos diálogo aberto, franco e construtivo com os demais Estados-Partes para construir visão compartilhada sobre o propósito e o papel do bloco em uma economia mundial em rápida transformação, reduzindo barreiras internas, harmonizando procedimentos e reconhecendo certificações.”
p. 73 do plano ↗

Mais acordos comerciais e defesa comercial

“Ampliar acordos comerciais, reduzir barreiras a insumos e tecnologia, fortalecer defesa comercial, atrair investimento produtivo e inserir empresas brasileiras em cadeias globais com maior valor agregado.”
p. 15 do plano ↗

Presença comercial na Ásia, África e Indo-Pacífico

“Ampliar de forma deliberada a presença brasileira nos mercados emergentes de elevado potencial, com prioridade para a Ásia, a África e o Indo-Pacífico. Isso exigirá reforço da rede de postos, acordos setoriais, abertura sanitária, promoção comercial e presença empresarial permanente.”
p. 73 do plano ↗

Metas de exportação para embaixadas

“Atribuir a embaixadas e representações metas de exportação, investimento, tecnologia e abertura de mercados, com avaliação periódica.”
p. 74 do plano ↗

RUI COSTA PIMENTA

PCO · nº 29

Diagnóstico

O plano não descreve a situação neste tema — só apresenta propostas.

Propostas

Fim da paridade do combustível com o dólar

“Redução imediata do preço dos combustíveis em 50%. Fim da política de paridade com o dólar”
p. 3 do plano ↗

SAMARA

UP · nº 80

Diagnóstico

“Para atender aos interesses dos bancos e fundos de investimentos estrangeiros e, em particular, aos Estados Unidos, o Brasil mantém em bancos norte-americanos reservas internacionais no valor total de US$366 bilhões (R$ 1,9 trilhão).”
p. 18 do plano ↗
“Essa dominação aumenta a cada ano com a criação de várias leis para facilitar a remessa de dividendos, lucros e royalties para o exterior e para facilitar o ingresso desse capital em todos os setores da economia, como empresas aéreas, educação, saúde e petróleo.”
p. 57 do plano ↗

Propostas

Transferência do comércio exterior para o Estado

“A UP defende a total independência econômica do Brasil frente aos países imperialistas, por isso, defende a transferência do comércio exterior para os órgãos do Estado.”
p. 57 do plano ↗

Fim das remessas de lucros, dividendos e royalties

“Defendemos o imediato estancamento da sangria de nossos recursos para o exterior, pondo fim às remessas de lucros, dividendos, pagamento de royalties e pagamentos da dívida externa.”
p. 57 do plano ↗
“Proibição da remessa de qualquer recurso financeiro para o exterior sem autorização do Estado;”
p. 57 do plano ↗

Proibição do capital estrangeiro na economia nacional

“Proibição de atuação do capital estrangeiro dentro da economia nacional;”
p. 58 do plano ↗

Proibir exportar alimentos básicos antes do consumo interno

“Proibição da exportação de alimentos de primeira necessidade sem antes atender a demanda interna da população a preços baixos”
p. 45 do plano ↗

VETERINÁRIO WILSON GRASSI

DEMOCRATA · nº 35

Diagnóstico

“O regulamento europeu para produtos livres de desmatamento cobra rastreabilidade a partir de 2026, e o cronograma brasileiro só fecha em 2032. Essa defasagem de seis anos é o buraco por onde o país perde contrato, e nenhum plano de governo que eu tenha lido a enfrenta.”
p. 32 do plano ↗
“Quem compra carne brasileira lá fora exige padrão sanitário, rastreabilidade e, cada ano mais, padrão de bem-estar. Quem trata isso como questão ideológica perde contrato.”
p. 32 do plano ↗
“Um país que vive de soja, carne, minério e celulose não pode exportar o próprio imposto junto com a mercadoria.”
p. 13 do plano ↗

Propostas

Devolução do IUF na cadeia exportadora

“A emenda preverá mecanismo de devolução do IUF incidente ao longo da cadeia exportadora, calculado por coeficiente setorial apurado a partir da matriz insumo-produto e liquidado automaticamente no embarque.”
p. 13 do plano ↗

Acordo comercial só com abertura de mercado

“Acordo comercial que não abre mercado para produto brasileiro não é assinado. Acesso se troca por acesso.”
p. 52 do plano ↗

Reciprocidade a barreira sanitária ou tarifária

“Barreira sanitária ou tarifária imposta ao nosso produto é respondida com reciprocidade, pelos instrumentos que o direito internacional já oferece, e não com nota de repúdio.”
p. 52 do plano ↗

Contrapartida para investimento estrangeiro em setor estratégico

“Investimento estrangeiro em setor estratégico vem acompanhado de contrapartida em conteúdo nacional, transferência de tecnologia e emprego no Brasil.”
p. 52 do plano ↗

Diplomacia sanitária nas negociações de acesso a mercado

“Diplomacia sanitária ativa, com presença técnica permanente nos foros internacionais e nas negociações de acesso a mercado.”
p. 33 do plano ↗

ZEMA

NOVO · nº 30

Diagnóstico

“O Brasil tem uma das economias mais fechadas do planeta: apesar de ser a nona maior economia do mundo, o país ocupa apenas a 22a posição em exportações.”
p. 36 do plano ↗
“Dentre 203 países, o Brasil tem a quinta menor proporção entre importações e seu PIB (15,7%).”
p. 36 do plano ↗
“Enquanto vizinhos avançam em acordos e atraem investimentos, seguimos no final da fila do comércio mundial e fora da OCDE.”
p. 36 do plano ↗

Propostas

Novos acordos comerciais e entrada na OCDE

“Integrar a economia brasileira ao mundo por meio da expansão de acordos comerciais, da diversificação de parcerias e da entrada na OCDE, impulsionando a atração de investimentos e ampliando as oportunidades de exportação para as empresas brasileiras.”
p. 20 do plano ↗

Reduzir as tarifas de importação

“Alinhar gradualmente as tarifas de importação brasileiras à média dos países em desenvolvimento à medida que o Custo Brasil for reduzido, acabando com a dupla tributação e reduzindo as barreiras não tarifárias.”
p. 21 do plano ↗

Transformar o Mercosul em zona de livre comércio

“Flexibilizar a estrutura atual do Mercosul, hoje uma união aduaneira que impede os países membros de negociarem sozinhos, transformando-o em zona de livre comércio, para que o Brasil assine acordos comerciais e de investimentos com países e blocos que ampliem seu acesso a novos mercados, tecnologia e inovação.”
p. 38 do plano ↗

Atrair investimento estrangeiro com road shows

“Facilitar a entrada de investimentos estrangeiros no Brasil, removendo barreiras e fazendo road shows junto com parceiros privados para apresentar as diversas oportunidades em nosso território e nossas vantagens competitivas, como a sua localização privilegiada para o lançamento de satélites e foguetes.”
p. 21 do plano ↗

Abrir mercados para o agro brasileiro

“Abrir mercados com novos países e retirar barreiras que limitam o acesso do agro brasileiro ao comércio internacional”
p. 44 do plano ↗

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