Planos na MesaTemasEconomia — Inflação e Política Monetária

Economia — Inflação e Política Monetária: o que cada candidatura registrou no TSE

Trechos dos planos de governo das 14 candidaturas a presidente em 2026 sobre economia — inflação e política monetária, na ordem do alfabeto pelo nome de urna. Para ver lado a lado, escolher candidaturas ou comparar duas, use o guia interativo.

Conteúdo informativo. Não é propaganda eleitoral nem recomendação de voto. A Menegon Family Office não apoia candidatura nem partido. Todas as candidaturas em ordem alfabética, com as mesmas regras; cada trecho é citação literal do plano entregue ao TSE, com a página do PDF.

CLARIANA BARAO

DC · nº 27

Diagnóstico

O plano não descreve a situação neste tema — só apresenta propostas.

Propostas

Crédito produtivo e garantias

“Crédito produtivo e garantias”
p. 5 do plano ↗

Acesso a crédito responsável para mulheres empreendedoras

“Empreendedorismo e acesso a crédito responsável”
p. 3 do plano ↗

EDMILSON COSTA

PCB · nº 21

Diagnóstico

O plano não descreve a situação neste tema — só apresenta propostas.

Propostas

Estatização do sistema monetário e financeiro

“A segunda grande transformação a ser realizada pelo governo do Poder Popular será a nacionalização, o controle público e a estatização do sistema monetário e financeiro.”
p. 4 do plano ↗

Banco dos Trabalhadores para os fundos previdenciários

“Criaremos ainda o Banco dos Trabalhadores, que será responsável pela gestão dos fundos previdenciários e de seguridade social dos trabalhadores e das trabalhadoras.”
p. 4 do plano ↗

Fim da autonomia do Banco Central

“a retomada do Banco Central (fim da autonomia)”
p. 4 do plano ↗
“Faremos uma reestruturação tanto no Conselho Monetário Nacional quanto na diretoria do Banco Central.”
p. 5 do plano ↗

Diretoria do Banco Central indicada pelas centrais sindicais

“A diretoria do Banco Central será composta por representantes dos trabalhadores do Bacen junto com pessoas indicadas pelas centrais sindicais, pelas entidades dos bancários, Cofecon e pelo Dieese.”
p. 5 do plano ↗

BNDES como financiador do governo e da liquidez

“Recuperar as prerrogativas do BNDES como instrumento financiador do governo e supridor das necessidades de liquidez da economia.”
p. 13–14 do plano ↗

ESCRITOR AUGUSTO CURY

AVANTE · nº 70

Diagnóstico

“A dor do agricultor e do comerciante, que muitas vezes possuem uma lucratividade inferior a 10% e enfrentam um custo anual de financiamento de, no mínimo, 20% para manter seus negócios, precisa ser enfrentada por líderes que amem muito mais a sociedade do que suas ideologias políticas.”
p. 4 do plano ↗
“Com a Selic hoje em 14,75% ao ano, não faz sentido exigir que o agricultor suporte crédito caro e ainda carregue o risco climático sozinho.”
p. 117 do plano ↗
“Entretanto, milhões de brasileiros ainda enfrentam juros elevados, burocracia e dificuldade para financiar pequenos negócios.”
p. 134 do plano ↗

Propostas

Banco do Empreendedor como plataforma de crédito produtivo

“Será estruturado o Banco do Empreendedor, preferencialmente como plataforma nacional de crédito produtivo operada em parceria com instituições financeiras, cooperativas de crédito, bancos públicos, fintechs e agentes locais.”
p. 107 do plano ↗
“Juros Civilizados (5% a 6% ao ano);”
p. 98 do plano ↗

Redução do spread bancário para crédito menor

“Além disso, trabalharemos pela simplificação regulatória para esses negócios, garantindo que o empreendedor possa se formalizar com regras claras e sem a burocracia excessiva, com redução do spread bancário para o crédito de menor porte.”
p. 39 do plano ↗

Fundo Nacional do Empreendedor com capital rotativo

“O Banco do Empreendedor poderá começar com um fundo na ordem de: R$ 30 bilhões a R$ 50 bilhões. Esse dinheiro não será necessariamente gasto e perdido. Grande parte funcionará como capital rotativo.”
p. 108 do plano ↗

Cooperativas de crédito em quase todos os municípios

“Por isso, propomos a expansão das cooperativas financeiras para praticamente todos os municípios brasileiros.”
p. 134 do plano ↗

Crédito rural de longo prazo e spread menor

“O país precisará de crédito rural de longo prazo, fundo garantidor, seguro rural em escala, linhas indexadas a dólar para cadeias exportadoras e um spread muito mais civilizado para a agricultura familiar e empresarial.”
p. 117 do plano ↗

FLAVIO BOLSONARO

PL · nº 22

Diagnóstico

“O Brasil tem hoje a maior taxa de juro real do mundo!”
p. 29 do plano ↗
“Os dados de 2026 confirmam o que a família sente: o endividamento das famílias mais pobres bateu recorde, 85% das que ganham até três salários mínimos estão endividadas, e, de cada R$ 100 que entram no orçamento, sobram pouco mais de R$ 20 depois das contas e das dívidas.”
p. 29 do plano ↗
“Ao contrário das vergonhosas declarações dos ministros da Fazenda da atual gestão, os juros altos são consequência da dívida crescente.”
p. 32 do plano ↗

Propostas

Juros na média internacional e inflação na meta

“Ao estabilizar e reduzir a dívida pública, nosso governo vai criar as condições para que os juros básicos fiquem em linha com a média internacional e para que a inflação volte ao centro da meta.”
p. 33 do plano ↗

Proibir apostas com recursos de programas sociais

“Vamos proibir o uso dos recursos dos programas sociais para apostas, porque dinheiro destinado a pôr comida na mesa não pode escoar para a casa de apostas, e promover campanhas educativas e de conscientização sobre os riscos do endividamento com jogos.”
p. 33 do plano ↗

Orientação financeira pela rede da CAIXA

“E vamos ampliar a orientação financeira, pela rede da CAIXA, para que o brasileiro aprenda a sair do vermelho, organizar o orçamento e começar a poupar.”
p. 33 do plano ↗

CAIXA como Banco da Prosperidade

“A CAIXA deixará de ser apenas a operadora de benefícios para se tornar o Banco da Prosperidade.”
p. 46 do plano ↗
“Numa plataforma física e digital integrada, o cidadão encontrará num lugar só o crédito, a orientação financeira, o apoio ao empreendedorismo, a habitação e a regularização da casa, com inteligência artificial que identifica as oportunidades certas para o momento de vida de cada um, em vez de deixar o cidadão adivinhar a que tem direito.”
p. 46 do plano ↗

Ganha-Ganha: histórico positivo para acesso a crédito

“A grande inovação será o Ganha-Ganha, um programa em que o Estado reconhece quem faz a sua parte. De adesão voluntária, ele permite que atitudes como concluir um curso de qualificação, formalizar um negócio, conseguir um emprego ou manter as contas em dia formem um histórico positivo que trabalha a favor do cidadão: acesso a crédito, juros menores e cashback para quem hoje é invisível ao sistema financeiro.”
p. 46 do plano ↗

HERTZ DIAS

PSTU · nº 16

Diagnóstico

“A vida real da classe trabalhadora e do povo pobre, assim, não reflete os dados oficiais e o discurso do governo, de um suposto aumento da renda e baixa na inflação. Ao contrário, o custo de vida só aumenta a cada dia.”
p. 2 do plano ↗
“A inflação, principalmente dos produtos mais básicos como os alimentos, corroi o poder de compra das famílias, assim como o elevado preço dos aluguéis, inflacionado pela especulação imobiliária, ou a alta na conta de luz, no esteio da privatização do setor elétrico no país.”
p. 2 do plano ↗

Propostas

Estatizar o sistema financeiro num banco único

“A estatização do sistema financeiro e centralização do crédito em um banco único é essencial para planejar a economia e garantir o controle de capitais.”
p. 28 do plano ↗
“Ao lado disso, é fundamental o controle do sistema financeiro e dos grandes bancos, de modo a canalizar os recursos para o que realmente importa.”
p. 6 do plano ↗

Bancos públicos 100% estatais

“Bancos públicos 100% estatais e reestruturados de modo a se adequarem a uma estratégia nacional de desenvolvimento.”
p. 27 do plano ↗

Crédito público com juros baixos ao pequeno produtor

“Crédito público direcionado, sem intermediação privada, com juros baixos, combinado com subsídios ao pequeno produtor, incluindo isenção de impostos, seguro agrícola e políticas que evitem endividamento.”
p. 17 do plano ↗

Responsabilizar bancos e fintechs por fraudes eletrônicas

“Responsabilização de bancos, fintechs e plataformas digitais pela adoção de mecanismos efetivos de prevenção às fraudes. Restituição imediata de valores desviados em casos de fraude eletrônica. A digitalização dos serviços não pode transferir à população os riscos das operações financeiras.”
p. 20 do plano ↗

LEONARDO AVALANCHE

PRTB · nº 28

Diagnóstico

“o produtor enfrenta uma tempestade perfeita: juro alto, crédito caro, clima instável e um cenário em que, muitas vezes, o custo pra produzir e escoar a safra fica maior do que o valor de venda do produto.”
p. 24 do plano ↗
“O produtor sai do programa sem dívida, mas continua sendo visto pelo banco como cliente de risco — e sem crédito novo pra plantar a próxima safra, o ciclo de endividamento só se repete.”
p. 25 do plano ↗
“um fundo garantidor do agronegócio, anunciado recentemente, de apenas R$ 2 bilhões — valor incompatível com o tamanho do problema num país que depende tanto da agricultura quanto o Brasil.”
p. 25 do plano ↗

Propostas

Crédito Raiz liga regularização da dívida a crédito

“primeiro, conexão automática entre regularizar a dívida e ter acesso a crédito novo — quem quita ou renegocia a dívida antiga passa a ter direito garantido à nova linha, sem depender só do critério do banco.”
p. 25 do plano ↗

Linhas de crédito separadas por porte do produtor

“Segundo, linhas específicas por porte, com regra própria pro pequeno, médio e grande produtor, em vez de um fundo genérico igual pra todo mundo.”
p. 25 do plano ↗

Juro reduzido e carência no ciclo da safra

“Pequeno produtor: crédito com carência alinhada ao ciclo da safra — sem cobrança de parcela antes de colher e vender —, e juro reduzido em relação às linhas atuais de 6% a 10% ao ano.”
p. 25 do plano ↗

Crédito facilitado para a indústria nacional

“crédito facilitado pra indústria nacional crescer”
p. 22 do plano ↗

LULA

PT · nº 13

Diagnóstico

“A inflação registrou o menor índice acumulado de um mandato presidencial na história do país, alcançando uma média anual de 4,6%.”
p. 10 do plano ↗
“Herdamos uma taxa Selic elevada e uma política econômica equivocada do governo que levaram ao endividamento elevado das famílias.”
p. 12 do plano ↗
“A taxa de juros é hoje o que a inflação foi no passado no Brasil: promove concentração de renda e desorganiza a nossa economia.”
p. 49 do plano ↗

Propostas

Criar condições para redução sustentada dos juros

“Para impulsionar ainda mais os investimentos produtivos e o crescimento econômico de longo prazo, vamos criar as condições para uma redução sustentada das taxas de juros, com inflação controlada e assegurando uma política fiscal responsável.”
p. 49 do plano ↗

Manter a inflação sob controle

“Manteremos a inflação sob controle de forma duradoura e sustentável, garantindo que a renda real da população cresça acima do custo de vida.”
p. 49 do plano ↗

Fortalecer a regulação do sistema financeiro

“Vamos também garantir a estabilidade e a saúde do sistema financeiro nacional por meio do fortalecimento dos órgãos de regulação, fiscalização e controle.”
p. 49 do plano ↗

Aprofundar o mercado de capitais doméstico

“E vamos aprofundar o mercado de capitais doméstico – aprimorando o uso das debêntures de infraestrutura, dos fundos de investimento em participações e do mercado secundário de recebíveis – e ampliar a atuação de investidores institucionais como financiadores de longo prazo.”
p. 49 do plano ↗

Monitorar o endividamento das famílias e empresas

“Além disso, seguiremos monitorando a evolução do endividamento das famílias e das empresas, assegurando a continuidade dos fundos garantidores, mantendo os mecanismos de controle de gastos excessivos em apostas on-line e aprimorando as regras de oferta e responsabilidade na concessão de crédito, conferindo maior proteção aos consumidores.”
p. 49 do plano ↗

PABLO MARÇAL

PRTB · nº 28

Diagnóstico

O plano não descreve a situação neste tema — só apresenta propostas.

Propostas

Metas para conter a inflação

“Metas para conter a inflação”
p. 20 do plano ↗

Estímulo à poupança e menos endividamento familiar

“Estímulo à formação de poupança, ao investimento produtivo e à redução do endividamento das famílias.”
p. 14 do plano ↗

Renegocia Brasil: dívidas de negativados

“Programa de renegociação de dívidas dos quase 70 milhões de brasileiros com nome no SPC e das mais de 30% das empresas que se encontram negativadas”
p. 19 do plano ↗

Fintechização do setor bancário e Open Banking

“Intensificar a digitalização e a desburocratização do setor bancário por meio da "fintechização"”
p. 21 do plano ↗
“Acelerar as políticas de Open Banking”
p. 21 do plano ↗

Novas modalidades de empréstimo e garantias

“Criar novas modalidades de empréstimo e garantias entre pessoas físicas e jurídicas”
p. 21 do plano ↗

RENAN SANTOS

MISSÃO · nº 14

Diagnóstico

“O modelo atual favorece um ambiente de política fiscal expansionista, que aumenta a expectativa de crescimento da dívida e, portanto, dos juros, dificultando a estabilização das contas públicas.”
p. 9 do plano ↗
“O Eixo I ataca o obstáculo mais evidente ao desenvolvimento das empresas brasileiras de IA: a combinação de escassez de capital paciente com tributação punitiva ao reinvestimento.”
p. 43 do plano ↗

Propostas

Consórcio de financiamento liderado pelo BNDES

“Estabelecimento de consórcio de financiamento liderado pelo BNDES, reunindo entes públicos e investidores privados, com o banco como gestor de investimentos, mitigador de risco e intermediador de parcerias internacionais, com recurso a Parcerias Público-Privadas quando envolver infraestrutura.”
p. 39 do plano ↗

RONALDO CAIADO

PSD · nº 55

Diagnóstico

“O resultado é conhecido: a dívida pública cresce em relação ao PIB e os juros reais permanecem entre os mais altos do mundo.”
p. 12 do plano ↗
“A incerteza sobre a sustentabilidade das contas públicas aumenta o custo de financiamento do governo, das empresas e das famílias, prejudicando investimento, emprego e crescimento.”
p. 12 do plano ↗
“A consolidação fiscal é condição necessária, mas não suficiente. Com confiança nas contas públicas, inflação moderada e juros menores, o país poderá mobilizar poupança doméstica e capital internacional para elevar o investimento, hoje situado em patamar baixo para uma economia emergente.”
p. 14 do plano ↗

Propostas

Coordenação fiscal e monetária com autonomia do BC

“Reduzir pressões fiscais sobre preços, aperfeiçoar comunicação e previsibilidade e criar condições para que inflação controlada, juros menores e desenvolvimento coexistam de forma sustentável.”
p. 13 do plano ↗

Reduzir o custo do capital produtivo

“Estabilizar as contas, ampliar concorrência financeira, desenvolver garantias, mercado de capitais e instrumentos de longo prazo e direcionar bancos públicos a projetos com adicionalidade, retorno social e avaliação de resultado.”
p. 14 do plano ↗

BNDES como estruturador e catalisador de projetos

“Aprofundar os instrumentos de financiamento privado que o país construiu na última década, os títulos incentivados, os fundos de infraestrutura e os demais veículos de mercado de capitais, com o BNDES atuando prioritariamente como estruturador de projetos e catalisador de capital privado.”
p. 47 do plano ↗

Teto contra o superendividamento

“Tratar como questão de saúde pública o superendividamento, limitando através da criação de um teto, e a exploração de públicos vulneráveis produzidos pelas apostas.”
p. 19 do plano ↗

Poupança de longo prazo investindo por decisão própria

“No mundo inteiro, fundos de pensão e seguradoras são os grandes financiadores da infraestrutura, porque nenhum investidor combina melhor compromissos de décadas com ativos de décadas. A resposta será remover as barreiras que impedem esse capital de fluir por decisão própria: governança técnica protegida de indicações políticas, segurança para quem decide com diligência e responsabilidade, e tratamento regulatório e tributário adequado ao investidor de longo prazo, investindo ao lado de capital profissional e em condições de mercado.”
p. 47–48 do plano ↗

RUI COSTA PIMENTA

PCO · nº 29

Diagnóstico

“O Brasil tem os maiores juros reais do mundo.”
p. 6 do plano ↗

Propostas

Imediata redução das taxas de juros

“Imediata redução das taxas de juros”
p. 6 do plano ↗

Estatizar o sistema financeiro

“Estatização do sistema financeiro; banco estatal único sob o controle dos trabalhadores”
p. 6 do plano ↗

Fim da independência do Banco Central

“Fim da “independência” do Banco Central”
p. 6 do plano ↗

Anular as dívidas dos trabalhadores com bancos

“Anulação de todas as dívidas dos trabalhadores com o sistema financeiro.”
p. 2 do plano ↗

SAMARA

UP · nº 80

Diagnóstico

“Quando o dinheiro disponível não é suficiente para pagar as contas, títulos do Tesouro Nacional são emitidos para financiar despesas e investimentos. Porém, a maior parte desses títulos está ligada à Selic, a taxa básica de juros da economia, atualmente em 14% ao ano, uma das maiores do mundo.”
p. 14 do plano ↗
“Dados do Banco Central revelam que os bancos e os fundos de investimentos (nacionais e estrangeiros) possuem 76,2% dos títulos da dívida interna: instituições financeiras (31,7%), fundos de previdência (22,5%) e fundos de investimento (22%).”
p. 15 do plano ↗
“Com efeito, 95% das movimentações financeiras (transações cambiais, hedge, pagamentos, transações comerciais, etc.) são realizadas por bancos e fundos de investimentos.”
p. 17 do plano ↗

Propostas

Nacionalização dos bancos e estatização do sistema financeiro

“Nacionalização dos Bancos e Estatização do Sistema Financeiro: Fusão do sistema bancário sob controle do Estado e gestão dos trabalhadores.”
p. 18 do plano ↗
“Em síntese, a nacionalização dos bancos, dos fundos de pensão e seguros colocará o dinheiro público sob controle dos trabalhadores.”
p. 18 do plano ↗

Fim da autonomia do Banco Central

“Fim da autonomia do Banco Central em relação ao governo e submissão da política monetária e cambial aos interesses do desenvolvimento social.”
p. 18 do plano ↗

Política econômica para controle e estabilidade de preços

“Política econômica a serviço da população: utilizar todos os instrumentos de política e gestão econômica para garantir o controle e estabilidade de preços e o poder de compra do povo trabalhador;”
p. 56 do plano ↗

VETERINÁRIO WILSON GRASSI

DEMOCRATA · nº 35

Diagnóstico

“Qualquer inquilino brasileiro já fez esta conta de cabeça. Ele paga todo mês um valor que, se fosse parcela de financiamento, a esta altura já teria comprado o imóvel. Paga e não fica com nada.”
p. 41 do plano ↗
“Parte do que o mutuário paga é ineficiência, não risco.”
p. 42 do plano ↗

Propostas

Direcionamento do FGTS e da poupança ao financiamento

“Direcionamento dos recursos do FGTS e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo para a faixa de renda que hoje não acessa financiamento, com subsídio explícito e orçado, e não escondido em taxa.”
p. 41 do plano ↗

Redução do custo de originação do financiamento

“Redução do custo de originação por meio da automatização da análise, do cartório eletrônico e da eliminação de exigência documental duplicada.”
p. 42 do plano ↗

Garantia pública parcial para quem não tem entrada

“Garantia pública parcial para o financiamento de quem tem histórico de aluguel e não tem entrada, reduzindo o prêmio de risco cobrado pelo banco.”
p. 42 do plano ↗

Crédito simplificado para a agricultura familiar

“Crédito simplificado para agricultura familiar, com redução drástica de exigência documental.”
p. 33 do plano ↗

ZEMA

NOVO · nº 30

Diagnóstico

“Em virtude desse cenário, a SELIC está próxima a 15% e, com isso, o pagamento de juros consome cerca de R$1 trilhão por ano, drenando recursos que deveriam estar financiando investimentos, infraestrutura e serviços essenciais.”
p. 14 do plano ↗
“Antes de vender o primeiro produto ou contratar o primeiro funcionário, o empreendedor brasileiro já esbarra em um dos juros mais altos do mundo, impostos incompreensíveis, infraestrutura ruim, insegurança jurídica e uma das economias mais fechadas do planeta.”
p. 17 do plano ↗

Propostas

Queda da curva de juros por choque fiscal

“Garantir a queda da curva de juros por meio de um choque fiscal para estabilizar a relação dívida/PIB, promovendo reformas e mantendo superávits primários que permitam o pagamento da dívida.”
p. 18 do plano ↗

Reduzir o crédito direcionado do BNDES

“Reduzir gradualmente os programas de crédito direcionado, incluindo linhas subsidiadas do BNDES, para setores escolhidos politicamente, visando ampliar a concorrência entre bancos e baratear o crédito no Brasil.”
p. 18 do plano ↗

Portabilidade de dívidas pelo Open Finance

“Facilitar a portabilidade do crédito com o uso do Open Finance, para que o cliente possa comparar propostas com mais facilidade e levar sua dívida para bancos com juros menores.”
p. 18 do plano ↗

Modernizar garantias e recuperação de crédito

“Aumentar a concorrência no mercado e modernizar o sistema de garantias, alienação fiduciária e recuperação de crédito em casos de inadimplência, permitindo que o mercado opere com menos riscos e abrindo espaço para redução dos juros finais ao consumidor.”
p. 18 do plano ↗

Sócios do Brasil: R$1.000 a cada nascimento

“Depositar R$1.000 para cada brasileiro ao nascer, com o valor aplicado em fundos de ações e saque permitido apenas aos 18 anos, para estimular desde cedo a formação de patrimônio e a educação financeira.”
p. 18 do plano ↗

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