Planos na MesaTemasPolítica Externa

Política Externa: o que cada candidatura registrou no TSE

Trechos dos planos de governo das 14 candidaturas a presidente em 2026 sobre política externa, na ordem do alfabeto pelo nome de urna. Para ver lado a lado, escolher candidaturas ou comparar duas, use o guia interativo.

Conteúdo informativo. Não é propaganda eleitoral nem recomendação de voto. A Menegon Family Office não apoia candidatura nem partido. Todas as candidaturas em ordem alfabética, com as mesmas regras; cada trecho é citação literal do plano entregue ao TSE, com a página do PDF.

CLARIANA BARAO

DC · nº 27
Não abordado. O plano registrado no TSE não trata deste tema.

EDMILSON COSTA

PCB · nº 21

Diagnóstico

“As Forças Armadas têm se constituído num bastião das classes dominantes e dos interesses do imperialismo, com uma formação antipopular e antidemocrática, voltada muito mais para o combate ao chamado “inimigo interno” do que para a defesa da soberania nacional.”
p. 15 do plano ↗

Propostas

Solidariedade a Cuba e Palestina e integração regional

“o governo do poder popular fortalecerá todos os processos de integração, tanto regionais quanto internacionais, reafirmará a soberania dos povos e prestará ativa solidariedade a Cuba, Palestina, Venezuela, Irã, Saara Ocidental e todos os povos em luta contra o imperialismo”
p. 8 do plano ↗
“a partir do fortalecimento de iniciativas como a ALBA e UNASUL”
p. 8 do plano ↗

Rompimento das relações com Israel

“Rompimento imediato de todas as relações econômicas e diplomáticas com o estado sionista de Israel.”
p. 15 do plano ↗

Fim da OTAN e do Conselho de Segurança

“Defenderemos o fim da OTAN, do conselho de segurança da ONU e demais instituições imperialistas em todos os fóruns internacionais.”
p. 15–16 do plano ↗

Fim dos acordos militares com os EUA

“Fim de todos os acordos militares com os EUA. Fim do serviço militar obrigatório.”
p. 15 do plano ↗

Estatização da indústria bélica e retomada de Alcântara

“Estatização de toda indústria bélica brasileira, começando pela Avibrás e pela Taurus, pois trata-se de ativos estratégicos.”
p. 15 do plano ↗
“Retomada da base de Alcântara e revogação do contrato de entrega das terras raras, com monopólio estatal das terras raras e minerais críticos.”
p. 15 do plano ↗

ESCRITOR AUGUSTO CURY

AVANTE · nº 70

Diagnóstico

“É necessário enfrentar a perda de credibilidade internacional decorrente da apropriação da diplomacia por sucessivos governos.”
p. 58 do plano ↗
“Segundo dados das Nações Unidas e da FAO, cerca de 673 milhões de pessoas passaram fome em 2024, enquanto mais de 2,3 bilhões vivem em situação de insegurança alimentar.”
p. 157 do plano ↗

Propostas

Ministro das Relações Exteriores como Secretário de Estado

“Portanto, o ministro das Relações Exteriores será chamado de Secretário de Estado, tendo atribuições não apenas na chefia das Relações Exteriores, mas também enorme projeção política e estratégica dentro do governo.”
p. 65 do plano ↗

Embaixada 4.0 com metas anuais e indicadores

“Implantaremos o modelo Embaixada 4.0, com metas anuais de abertura de mercados, atração de investimentos e apoio a exportadores, medidas por indicadores objetivos e divulgadas publicamente, na mesma lógica de gestão por resultados aplicada a todo o Estado.”
p. 59 do plano ↗

Deslocar efetivo diplomático dos EUA e da Europa

“deslocar cerca de 20% do efetivo hoje lotado nos Estados Unidos para reforçar a presença estratégica na Índia e em outros mercados asiáticos emergentes;”
p. 147 do plano ↗
“deslocar cerca de 10% do efetivo hoje concentrado na Europa para fortalecer a atuação na China, no Oriente Médio e em outros grandes mercados de alto potencial;”
p. 147 do plano ↗

Fundo Internacional de Erradicação da Fome

“Destinar 0,5% do comércio global e 2% da indústria mundial de armamentos para a criação de um Fundo Internacional de Erradicação da Fome.”
p. 157 do plano ↗

Cooperação Sul-Sul e defesa do multilateralismo

“Fortaleceremos a cooperação com países em desenvolvimento, promovendo parcerias em tecnologia, energia, educação e infraestrutura, além de defender o multilateralismo como base da ordem internacional.”
p. 60 do plano ↗

FLAVIO BOLSONARO

PL · nº 22

Diagnóstico

“Nos últimos anos, a política externa brasileira trocou o interesse nacional pela ideologia, protegendo regimes propensos ao terror e seus criminosos.”
p. 61 do plano ↗
“O governo recebeu com honras o ditador venezuelano Nicolás Maduro, fraudador do processo eleitoral e preso por narcotráfico e narcoterrorismo.”
p. 61 do plano ↗

Propostas

Diplomacia guiada por profissionalismo e pragmatismo

“Nossa proposta é o oposto: uma diplomacia guiada pelo profissionalismo e pelo pragmatismo, não pela ideologia.”
p. 62 do plano ↗
“O Itamaraty voltará a ser conduzido pela competência técnica que sempre marcou seus quadros, e o Brasil voltará a privilegiar os parceiros interessados no ganho mútuo do comércio, sem escolher amigos por afinidade ideológica.”
p. 62 do plano ↗

Retomar relações com Argentina, Estados Unidos e Israel

“Não trataremos como adversários os nossos parceiros mais importantes e tradicionais. Nos últimos anos, as relações com países como Argentina, Estados Unidos e Israel foram levadas ao limite do rompimento. Vamos reverter esse quadro com profissionalismo e foco no interesse do Brasil.”
p. 62 do plano ↗

Defesa com drones e inteligência artificial

“Nossas ações concentrarão esforços no combate ao crime organizado e outras ameaças à segurança e defesa nacional.”
p. 63 do plano ↗
“Incentivaremos amplo espectro de tecnologias disponíveis, com foco em inovação como drones e inteligência artificial.”
p. 63 do plano ↗

Investimento nas Forças Armadas

“Os investimentos nas Forças Armadas devem ser condizentes com a inserção de um país que é membro de diferentes blocos e grupos de nações, voltados ao enfrentamento de desafios políticos e econômicos globais.”
p. 63 do plano ↗

Cooperação com vizinhos contra crimes ambientais

“Vamos ampliar a cooperação com os países vizinhos contra os crimes ambientais transfronteiriços”
p. 58 do plano ↗

HERTZ DIAS

PSTU · nº 16

Diagnóstico

“Os Estados Unidos e os países europeus, que dominam a cadeia de produção com maior valor agregado existente no Brasil, há décadas apenas extraem a riqueza produzida pela classe trabalhadora brasileira sem realizar nenhum investimento de maior monta.”
p. 5 do plano ↗
“Tampouco a China é uma alternativa. O gigante asiático tem priorizado adquirir empresas brasileiras em vez de construir novas, isto é, realizar a compra de ativos já existentes – fusões e aquisições –, sobretudo em setores como energia, mineração e infraestrutura.”
p. 5 do plano ↗
“Não é possível falar em um país soberano sem problematizar uma ruptura com o imperialismo, isto é, com os países dominantes na atual divisão internacional do trabalho.”
p. 5 do plano ↗

Propostas

Riquezas produzidas no país sob controle nacional

“Defender a soberania do Brasil, neste marco, significa garantir que as riquezas produzidas no país permaneçam sob controle nacional e sejam direcionadas às necessidades da população. Isso implica enfrentar os interesses do grande capital e dos monopólios estratégicos, inclusive por meio da retomada e do controle de setores fundamentais hoje privatizados.”
p. 5 do plano ↗

Legalização imediata dos papéis dos imigrantes

“Direito imediato à nacionalidade: legalização dos papéis de haitianos, bolivianos, venezuelanos, cubanos, angolanos e todos os africanos”
p. 25 do plano ↗
“Direitos civis, trabalhistas e sociais”
p. 25 do plano ↗

Proibir dados do governo em nuvens estrangeiras

“Proibição da hospedagem de dados governamentais sensíveis em nuvens estrangeiras e vedação de contratos que submetam dados nacionais a legislações externas.”
p. 28 do plano ↗

Disputar a base das Forças Armadas e polícias

“Esse processo inclui organizar a autodefesa dos trabalhadores e também disputar a base das Forças Armadas e das polícias, composta majoritariamente por filhos da própria classe trabalhadora, para que rompam com os comandos burgueses e se coloquem ao lado do povo.”
p. 33 do plano ↗

LEONARDO AVALANCHE

PRTB · nº 28

Diagnóstico

“Enquanto outros países aumentaram o investimento em defesa nos últimos anos, o Brasil fez o oposto: em vez de acompanhar essa tendência, reduziu o orçamento das Forças Armadas em quase 35% em termos reais ao longo dos últimos 14 anos.”
p. 28 do plano ↗
“no equipamento que realmente importa, o Brasil despenca no ranking mundial — 40º lugar em tanques, 43º em aviões de combate, 23º em embarcações de Marinha.”
p. 28 do plano ↗
“Toda essa riqueza está, hoje, desprotegida: sem capacidade real de defesa, o Brasil depende de que nenhuma outra nação decida explorar ou avançar sobre o que é nosso, porque não temos como responder a essa ameaça se ela vier.”
p. 28 do plano ↗

Propostas

Aumento real do orçamento de defesa

“aumento real e substancial do orçamento de defesa, com equipamento moderno pras três Forças — substituição de armamento e frota defasados, ampliação de capacidade de vigilância de fronteira e da Amazônia Azul, e modernização tecnológica —, além de valorização de quem serve o país fardado e mais investimento na carreira militar como profissão.”
p. 29 do plano ↗

Indústria nacional de defesa com produção própria

“indústria nacional de defesa — modernizar Forças Armadas com produção própria (não só compra no exterior) gera emprego qualificado e tecnologia que se espalha pra outros setores da economia”
p. 29 do plano ↗

Rede de drones de vigilância na Amazônia

“Vamos instalar rede de drones de vigilância cobrindo a Amazônia inteira, monitorando em tempo real desmatamento ilegal, garimpo clandestino, contaminação de rio e qualquer exploração estrangeira irregular da nossa água, da nossa madeira e da nossa biodiversidade.”
p. 28 do plano ↗

LULA

PT · nº 13

Diagnóstico

“Internacionalmente, o Brasil foi isolado geopoliticamente, sofrendo rebaixamento de seu prestígio diplomático, desidratação de acordos regionais e o risco iminente de perda de direito de voto em organismos multilaterais pelo não pagamento de cotas internacionais básicas.”
p. 10 do plano ↗
“O mundo contemporâneo vivencia o ressurgimento do unilateralismo, do protecionismo e de conflitos sem precedentes desde a Segunda Guerra Mundial.”
p. 77 do plano ↗
“O Brasil voltou a ser ouvido e respeitado no mundo. Restauramos políticas que sempre nos diferenciaram, como o combate ao desmatamento na Amazônia, o enfrentamento ao aquecimento global, a defesa e a proteção de refugiados, o compromisso com a paz.”
p. 79 do plano ↗

Propostas

Fortalecer a Base Industrial e Tecnológica de Defesa

“Por isso, fortaleceremos a Base Industrial e Tecnológica de Defesa, de modo a assegurar maior autonomia nacional nesse campo e estimular inovações com impactos positivos sobre o conjunto da economia.”
p. 78 do plano ↗

Aprofundar o Mercosul e a integração regional

“Seguiremos aprofundando o Mercosul e os espaços de integração regional, especialmente nas áreas de infraestrutura, defesa, segurança pública, energia e saúde.”
p. 80 do plano ↗

Reforma da ONU e do Conselho de Segurança

“Continuaremos engajados na reforma das Nações Unidas, especialmente do Conselho de Segurança, para torná-lo mais democrático e representativo, com maior participação dos países em desenvolvimento entre os membros permanentes”
p. 81 do plano ↗

Aproximação com o BRICS e o Sul Global

“Aprofundaremos a aproximação geopolítica com o BRICS e com o Sul Global, bem como com o G20, espaços fundamentais para a afirmação dos interesses da maioria da humanidade.”
p. 81 do plano ↗

Proteger fronteiras, Amazônia e Amazônia Azul

“Protegeremos as fronteiras, a Amazônia e a Amazônia Azul. Fortaleceremos a vigilância territorial, a proteção dos recursos naturais e o combate ao crime organizado transnacional.”
p. 79 do plano ↗

PABLO MARÇAL

PRTB · nº 28

Diagnóstico

“O mundo está entrando em uma nova era econômica.”
p. 8 do plano ↗
“A reorganização das cadeias globais de produção, a ascensão da inteligência artificial, a corrida por minerais críticos, a busca por segurança energética e alimentar e a transformação digital das economias estão redefinindo a distribuição global de riqueza e poder.”
p. 8 do plano ↗
“O Brasil reúne atributos raramente encontrados de forma simultânea: um povo capaz, abundância de recursos naturais, escala de mercado, capacidade agrícola, potencial energético, diversidade produtiva e posição geopolítica privilegiada.”
p. 8 do plano ↗

Propostas

Novo relacionamento com a América Latina

“Ressignificar relacionamento do Brasil com seus vizinhos”
p. 26 do plano ↗
“Fortalecer o papel da América Latina no arranjo global”
p. 26 do plano ↗

Estados Unidos: retomar convívio e colaboração

“Retomada do convívio diplomático e de colaboração”
p. 26 do plano ↗
“Cooperação em IA e semicondutores”
p. 26 do plano ↗

Atualizar o relacionamento com a China

“Atualizar modelo de relacionamento diplomático e comercial com a China”
p. 26 do plano ↗

Novo eixo geopolítico Sul-Sul

“Criar novo eixo geopolitico Sul-Sul”
p. 26 do plano ↗

Modernização tecnológica das Forças Armadas

“Modernização tecnológica das Forças Armadas”
p. 23 do plano ↗
“Definição do claro papel das Forcas Armadas no desenvolvimento e proteção da nação”
p. 23 do plano ↗

RENAN SANTOS

MISSÃO · nº 14

Diagnóstico

“a ausência de uma estratégia internacional institucionalizada que transcenda as ideologias conjunturais, deixando o país vulnerável a pressões de potências maiores e incapaz de exercer a liderança regional que sua posição permitiria.”
p. 44 do plano ↗
“a subordinação progressiva a potências que não compartilham seus interesses, particularmente por meio da crescente dominação chinesa dentro do BRICS, que ameaça transformar o bloco em instrumento de expansão geopolítica de Pequim;”
p. 45 do plano ↗
“a ausência do domínio completo do ciclo nuclear (faltam a conversão industrial e o reprocessamento), deixando o país sem um ativo estratégico de dissuasão que outras potências regionais possuem.”
p. 45 do plano ↗

Propostas

Árbitro do Sul Global e bloco lusófono

“Posicionamento do Brasil como Árbitro do Sul Global por meio de uma diplomacia ativa nas três regiões estratégicas: África, onde o país pode mediar conflitos, expandir sua influência em recursos naturais e rotas comerciais; Ásia, onde pode usar Timor-Leste como porta de entrada e estabelecer parcerias com a ASEAN, em particular com as Filipinas e o Vietnã; e América Latina, sua zona natural de influência onde deve consolidar liderança por meio da integração multilateral.”
p. 45 do plano ↗
“Proposta de integração Lusófona reposiciona a comunidade de língua portuguesa como bloco geopolítico coeso, com mecanismos de cooperação econômica, defesa coordenada e instituições compartilhadas, transformando Portugal, Angola, Moçambique e outros países em parceiros estratégicos de primeira ordem.”
p. 46 do plano ↗

Pacto Interamericano contra o crime organizado

“Proposta sobre a Guerra contra o Tráfico redefine esse combate como questão de segurança nacional de nível militar, não simplesmente policial, exigindo um Pacto Interamericano contra o crime organizado, liderado pelo Brasil e ancorado na Convenção de Palermo e na OEA, com um Centro de Operações Central na América Latina e um tribunal internacional especializado em criminalidade transnacional.”
p. 45 do plano ↗

Pragmatismo e Estratégia Internacional institucionalizada

“Adoção do pragmatismo como princípio de política externa rejeita tanto o alinhamento ideológico automático com os EUA quanto o ideologismo de esquerda, estabelecendo em seu lugar uma Estratégia Internacional institucionalizada que persista além de mudanças de governo, garantindo continuidade e previsibilidade nas relações exteriores;”
p. 46 do plano ↗

BRICS+ com autonomia decisória

“Estratégia pragmática no BRICS+ reconhece a dominação crescente chinesa dentro do bloco e propõe que o Brasil extraia benefícios concretos, por meio dos mercados, investimentos e cooperação tecnológica, enquanto evita ser subordinado aos objetivos geopolíticos de Pequim, mantendo autonomia decisória.”
p. 46 do plano ↗

Ciclo nuclear completo e Base Industrial de Defesa

“Proposta de nuclearização brasileira busca alcançar autonomia completa do ciclo de combustível”
p. 46 do plano ↗
“Proposta de fortalecimento da Base Industrial de Defesa (BID) visa expandir a capacidade produtiva e tecnológica do setor de defesa brasileiro, integrá-la com a política externa e segurança regional, investir em ciberdefesa e tecnologias emergentes, e criar modelos de financiamento sustentável;”
p. 46 do plano ↗

RONALDO CAIADO

PSD · nº 55

Diagnóstico

“Vivemos um período de profunda transformação da ordem internacional. O sistema que emergiu após a Segunda Guerra Mundial e se consolidou com o fim da Guerra Fria está sendo rapidamente reconfigurado.”
p. 72 do plano ↗
“A competição entre grandes potências voltou ao centro da política internacional, e comércio, investimentos, tecnologia, energia, fluxos financeiros e cadeias produtivas tornaram-se também instrumentos de poder e de segurança nacional.”
p. 72 do plano ↗
“No caso brasileiro, escolha e destino apontam para uma doutrina defensiva e dissuasória. A dimensão continental do território, a extensão das fronteiras, a importância da Amazônia e do Atlântico Sul e a amplitude do espaço aéreo e marítimo exigem vigilância, mobilidade, presença territorial, logística e integração operacional.”
p. 30 do plano ↗

Propostas

Estratégia nacional de inserção internacional

“Definir uma estratégia nacional de inserção internacional aprovada em conselho de governo e debatida com o Congresso, o setor produtivo, a academia e a sociedade.”
p. 72 do plano ↗

Relações com todos os polos, sem alinhamento automático

“Fortalecer simultaneamente as relações com os Estados Unidos, a União Europeia, a América Latina, a África, a Ásia e o Oriente Médio, sem hierarquias ou preferências determinadas por afinidades ideológicas. Não adotaremos alinhamentos automáticos nem aceitaremos falsas escolhas entre polos geopolíticos rivais.”
p. 73 do plano ↗

Multilateralismo e aproximação com a OCDE

“Participar ativamente da ONU, da OMC, do G20 e do BRICS e retomar, com pragmatismo, o processo de aproximação com a OCDE.”
p. 74 do plano ↗

Estratégia Nacional de Defesa atualizada

“Atualizar a Estratégia Nacional de Defesa diante das transformações geopolíticas e tecnológicas, priorizando fronteiras, Amazônia, Atlântico Sul, espaço aéreo, ciberespaço, espaço e infraestruturas críticas.”
p. 30 do plano ↗

Consulados modernizados e migração organizada

“Modernizar consulados e serviços digitais, ampliar a assistência e a capacidade de resposta a crises e valorizar a diáspora como rede de comércio, ciência e investimento. Organizar a migração com documentação, integração, segurança e cooperação internacional.”
p. 74 do plano ↗

RUI COSTA PIMENTA

PCO · nº 29

Diagnóstico

“A ingerência estrangeira na Amazônia deve ser veementemente combatida; é preciso que o próprio País defenda o seu território e o desenvolva.”
p. 7 do plano ↗

Propostas

Contra a internacionalização da Amazônia

“Não à internacionalização da Amazônia e a toda a política de ingerência do imperialismo na região”
p. 7 do plano ↗

Apoio a Cuba, Nicarágua e Venezuela

“Em defesa de Cuba, Nicarágua e Venezuela. Todo apoio à luta do povo boliviano contra o regime ditatorial.”
p. 7 do plano ↗

Apoio a Palestina, Irã e Rússia

“Defender os povos que se levantam em todo o mundo contra o imperialismo, de armas nas mãos e pelos meios que sejam necessários, como a Palestina, o Irã e a Rússia”
p. 7 do plano ↗

SAMARA

UP · nº 80

Diagnóstico

“Em 3 de janeiro de 2026, os Estados Unidos invadiram a Venezuela e sequestraram o presidente Nicolás Maduro e Cilia Flores.”
p. 5 do plano ↗
“Segundo a ONU Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), a dívida externa dos países em desenvolvimento chegou a US$11,7 trilhões em 2024, com cerca de US$1,6 trilhão destinado ao serviço dessa dívida naquele ano, retirando recursos que poderiam financiar saúde, educação, infraestrutura e desenvolvimento.”
p. 64 do plano ↗
“Mesmo Israel cometendo os piores crimes contra a humanidade em Gaza, a pressão da grande mídia e de altos diplomatas brasileiros é por “moderação” e as atitudes do Brasil para isolar a ditadura de Israel são na prática inexistentes.”
p. 65 do plano ↗

Propostas

Rompimento de relações com o Estado de Israel

“Solidariedade Internacionalista à Causa Palestina: Rompimento de relações diplomáticas, militares e comerciais com o Estado Sionista de Israel enquanto perdurar o genocídio do povo palestino e o regime de Apartheid em Israel;”
p. 65 do plano ↗

Apoio a Venezuela, Cuba, Irã e Iêmen

“Fortalecer na arena internacional todos os povos que lutam pela sua libertação. Apoio aberto à luta do povo da Venezuela, Cuba, Irã, Saara Ocidental, Iêmen e demais povos do mundo contra o cerco e as sanções imperialistas;”
p. 65 do plano ↗

Rompimento de tratados de submissão militar e econômica

“Rompimento de tratados de submissão militar e econômica aos Estados Unidos, OTAN ou China. Defesa intransigente do direito à autodeterminação dos povos.”
p. 65 do plano ↗

Anulação de acordos e dívidas com capitalistas estrangeiros

“É necessário a anulação dos acordos e das dívidas do Estado com os capitalistas estrangeiros que foram contraídos contra a soberania e os interesses dos trabalhadores.”
p. 57 do plano ↗

VETERINÁRIO WILSON GRASSI

DEMOCRATA · nº 35

Diagnóstico

“O Brasil investe cerca de 1,08% do produto interno bruto em defesa, patamar que o coloca entre os últimos do mundo em capacidade militar relativa. Do orçamento da Defesa, aproximadamente 78% vão para pagamento de pessoal da ativa, da reserva e pensionistas, o que sobra pouco para equipar quem serve.”
p. 49 do plano ↗
“E a tabela de soldos vigente desde janeiro de 2026 começa em R$ 1.177,00 para o soldado-recruta e chega a R$ 14.711,00 no topo da hierarquia — uma distância de mais de doze vezes, com o piso abaixo do salário mínimo nacional.”
p. 49 do plano ↗
“A fronteira brasileira é a porta por onde entram a arma e a droga que abastecem a facção na periferia de São Paulo e do Rio. Enquanto ela for vigiada por operação episódica, o resultado será episódico.”
p. 50 do plano ↗

Propostas

Piso constitucional de 2% do PIB para defesa

“Apoiamos a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 55, de 2023, que destina no mínimo 2% do PIB à defesa e vincula ao menos 35% desse valor à modernização.”
p. 49 do plano ↗

Piso do soldo não inferior ao salário mínimo

“Piso do soldo não inferior ao salário mínimo nacional.”
p. 50 do plano ↗
“Recomposição escalonada com percentual maior para soldado, cabo e sargento, que é onde está o maior contingente e a maior rotatividade.”
p. 50 do plano ↗

Bases permanentes nos trechos críticos de fronteira

“Bases permanentes nos trechos críticos, com efetivo fixo, em lugar de operações de algumas semanas por ano.”
p. 50 do plano ↗
“Emprego permanente das Forças Armadas na faixa de fronteira, com o poder de polícia da Lei Complementar nº 97/1999, dirigido ao tráfico de armas, drogas e ao contrabando.”
p. 50 do plano ↗

Posição em foro multilateral definida caso a caso

“Posição brasileira em foro multilateral definida caso a caso, por conveniência nacional declarada, e não por alinhamento automático.”
p. 52 do plano ↗

Contratos plurianuais protegidos de contingenciamento

“Contratos plurianuais de projeto estratégico protegidos de contingenciamento, para que caça, submarino, fragata e blindado deixem de ser interrompidos e reiniciados a cada troca de governo, o que encarece tudo e não entrega nada.”
p. 51 do plano ↗

ZEMA

NOVO · nº 30

Diagnóstico

“Em vez de servir ao desenvolvimento do país, a política externa passou a ser orientada por afinidades ideológicas, aproximando o Brasil de regimes autoritários e afastando-o das democracias que são seus parceiros naturais e seus maiores mercados.”
p. 36 do plano ↗
“Na vizinhança, o país que um dia liderou a integração regional perdeu protagonismo e credibilidade, justamente quando o crime organizado transnacional avança sobre as fronteiras e a crise venezuelana ameaça a estabilidade de toda a América do Sul.”
p. 36 do plano ↗
“Pela sua posição geográfica, com fronteiras que tocam quase todos os países da América do Sul e exposição direta às crises regionais, o Brasil tem preocupações relevantes no campo da Defesa.”
p. 77 do plano ↗

Propostas

Sair do BRICS

“Retirar o Brasil do BRICS de forma diplomática, preservando pragmaticamente as relações comerciais com todos os países do bloco e recusando qualquer direcionamento que comprometa valores constitucionais e democráticos do Brasil.”
p. 37 do plano ↗

Ingressar na OCDE

“Retomar o processo de adesão do Brasil à OCDE, promovendo as reformas institucionais e econômicas necessárias para aderir ao bloco e tornando o país mais competitivo, ampliando o grau de investimento e abrindo novos mercados às empresas brasileiras.”
p. 37 do plano ↗

Retomar o protagonismo na América do Sul

“Restabelecer parcerias estratégicas com os países do Mercosul, em especial a Argentina, e aproximar-se dos países da bacia do Pacífico e da Amazônia, devolvendo ao Brasil a influência que perdeu na região e transformando a vizinhança em plataforma de comércio, integração de infraestrutura e segurança comum.”
p. 36 do plano ↗

Cooperação com os EUA contra PCC e CV

“Coordenar com os Estados Unidos, países sul americanos e demais países e atores interessados no combate ao PCC, ao CV e às demais facções terroristas, compartilhando inteligência e atuando de forma conjunta contra suas redes financeiras e operacionais que atravessam fronteiras.”
p. 38 do plano ↗

Integrar Marinha, Exército e Aeronáutica

“Promover uma real integração entre Marinha, Exército e Aeronáutica por meio do Estado-Maior Conjunto, estabelecendo doutrinas efetivas de operações conjuntas, objetivos estratégicos e metas alinhadas às capacidades que o Brasil precisa desenvolver.”
p. 77 do plano ↗

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